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‘Voluntários’ já têm saudade da dedicação do 2.º comandante
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‘Voluntários’ já têm saudade da dedicação do 2.º comandante

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‘Voluntários’ já têm saudade da dedicação do 2.º comandante

Braga

2019-01-08 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Alberto Lusquinhos foi ontem unanimemente reconhecido como bombeiro dedicado e competente. 2.º comandante dos Bombeiros Voluntários de Braga serviu corporação durante 48 anos.

Alberto Lusquinhos, 2.º comandante dos Bombeiros Voluntários de Braga, foi ontem a sepultar no cemitério de Monte de Arcos, recordado como um homem bom, leal, simples, competente e dedicado. “Camarada e amigo. Um exemplo para os bombeiros voluntários”, testemunhou António Rodrigues, seu companheiro nos primeiros seis dos 48 anos em que exerceu funções na associação humanitária bracarense.
Porque “gostava de dar um bocadinho aos outros”, Alberto Lusquinhos não quis seguir, em 1976, o colega de turno no ingresso nos quadros dos Bombeiros Sapadores de Braga, mantendo-se nos Voluntários onde percorreu todos os postos, com excepção do de comandante.

O 2.º comandante dos Bombeiros Voluntários de Braga morreu vítima de doença prolongada, tendo sido ontem reconhecido como “exemplo” para as novas gerações de bombeiros.
António Ferreira, presidente da direcção dos Bombeiros Voluntários de Braga, afirmou, na igreja do Pópulo, no final da missa de corpo presente de Alberto Lusquinhos que, “numa altura em que alguns iluminados querem menosprezar o trabalho dos bombeiros voluntários em prol do País, a melhor homenagem que lhe podemos fazer é sermos mais competentes, capazes e disciplinados”.
Alberto Lusquinhos “quis desde menino ser bombeiro. Foi um excelente bombeiro com orgulho de todos nós”, destacou António Ferreira, depois do comandante dos Voluntários, António Cerqueira ter recordado a sua carreira, iniciada a 17 de Novembro de 1970, até atingir o posto de 2.º comandante, em 9 de Outubro de 1998.

Manteve-se neste cargo até há cerca de ano e meio, altura em que a doença o obrigou a pedir a passagem ao ‘quadro de honra’ da corporação.
“Não foi comandante porque não quis”, referiu António Cerqueira.
António Pedroso, presidente da União de Freguesia de Maximinos, Sé e Cividade, foi um dos muitos que marcaram presença na missa de corpo presente de Alberto Lusquinhos.
O autarca da União de Freguesia de Maximinos, Sé e Cividade, definiu o 2.º comandante dos ‘Bombeiros da Sé’, como gostava de designar a corporação, como “homem bom, bem educado e bastante competente”, representando o seu falecimento, com 66 anos de idade, “uma grande perda para a instituição” que, na opinião do autarca merece ser mais apoiada pela população bracarense.

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