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Visitas ao Museu dos Biscainhos aumentam 35 por cento
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Visitas ao Museu dos Biscainhos aumentam 35 por cento

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Visitas ao Museu dos Biscainhos aumentam 35 por cento

Braga

2016-12-29 às 08h05

Redacção Redacção

Com o turismo em Braga a registar o melhor ano de sempre, esse aumento de visitantes reflecte-se nos principais museus da cidade, nomeadamente o Museu dos Biscainhos.

Com o turismo em Braga a registar o melhor ano de sempre, esse aumento de visitantes reflecte-se nos principais museus da cidade, nomeadamente o Museu dos Biscainhos.

Localizado em pleno coração da cidade, este museu é dos mais procurados devido à sua localização e riqueza patrimonial.

O Museu dos Biscainhos tem vindo a atrair cada vez mais público nacional e estrangeiro, registando este ano um aumento de 35 por cento em relação ao ano passado.
O número de visitantes em 2016 foi de 38 039 - um aumento de 35% face ao mesmo período do ano passado (28.086), segundo dados disponibilizados pelo museu.
Do total, 13.852 visitantes eram estrangeiros, valor que traduz uma subida de 57 por cento em termos anuais homólogos.

Também os turistas nacionais aumentaram cerca de 26 por cento, passando de 19.235 em 2015 para 24.187 em 2016.

De salientar o pico registado no mês de Setembro, com 7844 visitantes nacionais, devido à realização dos eventos da Noite Branca e da Braga Barroca.

Também os turistas nacionais aumentaram cerca de 26 por cento, passando de 19.235 em 2015 para 24.187 em 2016.

O Museu dos Biscainhos está instalado no Palácio dos Biscainhos - habitação dos condes de Bertiandos - fundado no século XVII e transformado na primeira metade do século XVIII. Em 1978 foi convertido em Museu. O palácio, os jardins barrocos e as suas colecções revelam o quotidiano da nobreza setecentista e dos outros habitantes do espaço: capelães, criados e escravos. A exposição permanente permite o conhecimento contextualizado de colecções de artes decorativas (mobiliário, ourivesaria, cerâmica, vidros, têxteis, metais, etc), instrumentos musicais, meios de transporte, gravura, escultura/talha, azulejaria e pintura, entre o século XVII e o primeiro quartel do século XIX.

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