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Cávado

2022-06-28 às 06h00

Libânia Pereira Libânia Pereira

O Parque das Termas de Caldelas acolhe já este sábado a sexta edição do Vira Pop. Depois de um interregno de dois anos, o festival regressa a Caldelas unindo num mesmo palco música moderna e tradicional.

Citação

O Festival Vira Pop regressa no próximo sábado à vila termal de Caldelas. O evento que congrega música moderna e tradicional traz, nesta sexta edição, sete artistas ao Parque das Termas de Caldelas. Projectar o concelho e conquistar novos públicos estão entre os objectivos deste festival.
Promovido pela Associação Cultural - Festas & Moinhos, o Vira Pop regressa após um interregno forçado devido ao contexto pandémico. Habitualmente o festival realizava-se ao longo de dois dias, contudo este ano o evento terá apenas um dia para celebrar a música e a tradição. “O festival tem tido um crescendo nos últimos anos, mas de facto a pandemia atrasou o processo. O festival, que habitualmente tem dois dias, este ano terá apenas um dia. Tivemos de dar um passo atrás para estruturar o festival de forma a consolidar os esforços nesse único dia”, revelou João Araújo, da Associação Cultural - Festas & Moinhos, acrescentando ainda que se verificou uma escalada de cerca de 40% nos custos do festival.
“O festival precisa de facto de mais apoio. Nós fazemos magia com os poucos recursos que temos. Há um esforço muito grande por parte de todos os parceiros, de outra forma seria im- possível manter o festival com a qualidade que tem”, garantiu.

Também devido a este constrangimento orçamental, o evento será pela primeira vez pago, tendo os bilhetes um custo de 15 euros, e encontram à venda em locais como a Fnac, Worten ou em bol.pt.
Para João Araújo este evento acontece em Caldelas, mas é não apenas de Caldelas, “é um festival de Amares, que pretende projectar o concelho de Amares, pretende conquistar novos públicos não só da região, mas de todo o país e inclusive de Espanha. Daí a parceria já formalizada com parceiros da Galiza e que queremos consubstanciar em projectos futuros. Esta relação entre o Minho e a Galiza é para continuar e reforçar”, assegurou.
O potencial de crescimento do Vira Pop é também reconhecido pelo presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, que o descreve como “um festival musical assente num conceito muito específico e integrado neste ambiente de natureza belíssimo. É um projecto com pernas para andar, um festival que pode marcar a região, o nosso concelho, o distrito e até o Norte de Portugal e estar muito ligado a Espanha”, acredita o autarca.
O contributo do festival em termos económicos para o concelho de Amares foi ainda destacado pelo presidente do município, que reconheceu contudo que é necessário reforçar o investimento feito neste evento para que ele possa dar “um salto em frente”.

“A câmara é um parceiro fundamental que tem de investir mais para que este festival possa dar um salto em frente. A verba directa que damos é muito baixa, são 10 mil euros, apesar de haver outros custos indirectos que nós temos. Mas para o alcance que pretendemos essa verba é insuficiente, temos de repensar esta questão”, garantiu Manuel Moreira.
O presidente da junta de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, José Almeida, destacou também o apoio dado pela autarquia ao evento desde a sua primeira edição e frisou o carácter ecléctico que o festival assume. “O Vira Pop é mais do que um festival de música, é um acontecimento que mistura festa e diferentes expressões musicais, desde a música electrónica à música tradicional portuguesa. Este eclectismo esteve sempre presente desde a primeira hora e continua”.

O cartaz desta sexta edição conta com sete artistas e a componente folclórica associada ao festival fica este ano assegurada pelos Pauliteiros de Miranda. Os Sensible Soccers são os cabeça de cartaz; o projecto Bandua, reinterpreta canções populares da região da Beira Baixa de Portugal moldando-as ao som da folk electrónica; o grupo Yakuza, traz uma mistura jazz, hip-hop e house; o duo de electrónica Império Pacífico e a dupla de DJs Diogo + Moreno Ácido fecham a pista com sonoridades techno.
A organização tem também uma área de campismo e de restauração preparada para receber os festivaleiros. O evento decorre dia 2 de Julho das 18 horas até às 4 horas.

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