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Vilaverdenses aprovaram prestação de contas de 2019
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Vilaverdenses aprovaram prestação de contas de 2019

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Vilaverdenses aprovaram prestação de contas de 2019

Cávado

2020-06-28 às 14h44

Redacção Redacção

O pavilhão Gimnodesportivo de Vade foi o palco para a realização da Assembleia Municipal de Vila Verde, que, ontem, aprovou os documentos da prestação de contas relativa a 2019.

A Assembleia Municipal de Vila Verde, realizada no Pavilhão Gimnodesportivo de Vade, aprovou, ontem, a Prestação de Contas do Município de Vila Verde relativa a 2019. O executivo municipal, conduzido por António Vilela, indica uma redução da dívida total em dois milhões de euros, apontando para uma “clarividente a saúde financeira do Município de Vila Verde”.
“O Município de Vila Verde está perfeitamente sólido”. As Contas de 2019 do Município de Vila Verde foram aprovadas, mas tiveram 10 votos contra e duas abstenções. O presidente da Câmara Municipal destaca “o rigor” das contas, enaltecendo o nível de “concretização e atenção ao desenvolvimento do concelho”.

Reportando-nos apenas ao ano económico de 2019, o Município de Vila Verde regista que obteve “elevadas taxas de execução”, na ordem dos 87 por cento para a receita e 83 por cento para a despesa.
“Ao longo destes anos (2014 a 2019) a nossa gestão ficou marcada por um elevado investimento público a par de uma redução superior a 47 por cento do endividamento total de 27.669.57,00 euros em 2014 contra os 14.589.512,00 euros em 2019”, explica o executivo.

Para o executivo de António Vilela, estes factos são reveladores “de uma consolidação orçamental que permitiu a realização de investimentos fundamentais para o desenvolvimento sustentado do nosso concelho, em especial, no que concerne a sectores importantes como é o caso do saneamento e da educação”.
A redução da dívida total em quase dois milhões de euros e o pagamento médio a fornecedores em apenas 18 dias mostra, segundo o executivo vilaverdense, “uma gestão rigorosa e eficiente enquanto instrumento de salvaguarda da sustentabilidade financeira”.

O executivo de António Vilela aponta para o facto de as contas indicarem “uma boa gestão dos recursos disponíveis para cumprir com o desiderato fundamental de reforçar a atractividade do território para os que nele veem uma oportunidades para viver, trabalhar e investir”.

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