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Vila Verde alarga saneamento e quer manter tarifas da água

Cávado

2013-06-02 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

O presidente da Câmara de Vila Verde quer manter o concelho com tarifas de consumo de água das mais baixas do país. Nas jornadas locais de desenvolvimento, António Vilela apontou o objectivo de alargamento da rede de saneamento básico a todo o concelho.

Alargar a rede de saneamento básico a todo o concelho e reduzir os custos de produção de água de consumo humano são dois desafios que a Câmara de Vila Verde enfrenta num futuro próximo. Os propósitos foram avançados anteontem pelo presidente da Câmara, António Vilela, na quarta sessão das jornada locais de desenvolvimento, dedicada ao ambiente e sustentabilidade.

Numa sessão em que o presidente da empresa ‘Águas do Noroeste’, Martins Soares, apresentou o plano de reestruturação do sector da água em Portugal, o edil admitiu que a nova legislação, que pretende adequar as tarifas aos custos de gestão dos sistemas de abastecimento, obrigará o município vilaverdense a reduzir custos para não aumentar o seu tarifário, que é “dos mais baixos do país”.

António Vilela destacou o investimento na nova central de tratamento de águas residuais de Cabanelas, cuja entrada em funcionamento permitirá desactivar outras pequenas ETAR espalhadas pelo concelho, que já apresentam algumas deficiências de funcionamento.
Outra nova ETAR está prevista para a bacia do rio Neiva, investimento que viabilizará o alargamento da rede de saneamento a todo o concelho.

Harmonização tarifária

O presidente das ‘Águas do Noroeste’ salientou, nas jornadas promovidas pela Câmara de Vila Verde, que a reestruturação em curso no sector das águas visa criar quatro grandes sistemas de abastecimento público, um dos quais na região Norte que agregará cerca de oito dezenas de municípios.

Esta reestruturação permitirá poupanças de 25 milhões de euros por ano na gestão dos sistemas e “a recuperação do déficit tarifário em 25 anos”.
Segundo Martins Soares, apenas 24 municípios praticam tarifas que cobrem os custos dos sistemas de produção e abastecimento.
De acordo com este especialista, a subsidiação dos escalões de consumo deve acabar, devendo ser apenas apoiados os consumidores economicamente carenciados.

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