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Vieira do Minho: “Estas festas são um impulso à nossa agricultura, floresta e turismo”
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Vieira do Minho: “Estas festas são um impulso à nossa agricultura, floresta e turismo”

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Vieira do Minho: “Estas festas são um impulso  à nossa agricultura, floresta e turismo”

Vale do Ave

2019-10-12 às 12h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

A Feira da Ladra de Vieira do Minho foi inaugurada, ontem, pelo presidente da Câmara Municipal, António Cardoso, e pelo director geral de Alimentação e Veterinária, Fernando Bernardo. Estas festas revivem as tradições e elogiam o mundo rural.

“Esta é uma festa de todos os vieirenses, por isso, vamos para a festa com toda a alegria e recebamos de braços abertos todos os visitantes desta Feira da Ladra”. Foi com estas palavras que António Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, incentivou, ontem, a população para viver estes dias de ‘festa rija’, com uma programa de animação recheado de atracções com a exposições de produtos locais e de animais do concelho como os bois e os garranos.

Na abertura de mais uma Feira da Ladra, que costuma ocorrer no primeiro fim-de-semana de Outubro e que este ano foi adiada devido às eleições legislativas, o presidente da Câmara de Vieira do Minho destacou a importância que as festas representam para o concelho, sobretudo porque valorizam o mundo rural e das tradições locais.

“Estas festas são um impulso à nossa agricultura, floresta e turismo e, sobretudo, para o desenvolvimento do nosso território”, assinalou António Cardoso. O autarca vieirense apontou para um programa festivo repleto de iniciativas que valorizam as tradições da terra, como são disso exemplo as chegas de bois, que acontecem também hoje e amanhã, ou o cortejo etnográfico, que sai à rua às 15 horas do próximo domingo.

Fernando Bernardo, director geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), que ontem marcou presença no arranque da Feira da Ladra, sublinhou que é preciso estimular o máximo de iniciativas no mundo rural, promovendo a fixação dos jovens e apoi- ando as actividades que existem, de modo a evitar o “risco de desertificação do interior”.

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