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Viana: Martifer não retoma construção do ex-Coliseu sem estarem garantidos “pressupostos”

Alto Minho

2011-09-05 às 16h58

Lusa Lusa

O grupo Martifer, responsável pela construção do ex-Coliseu de Viana do Castelo, obra suspensa pela autarquia em fevereiro, disse que “não estão reunidos os pressupostos” para retomar hoje os trabalhos, como estava previsto.

O grupo Martifer, responsável pela construção do ex-Coliseu de Viana do Castelo, obra suspensa pela autarquia em fevereiro, disse que “não estão reunidos os pressupostos” para retomar hoje os trabalhos, como estava previsto.

A informação foi hoje avançada à Agência Lusa por fonte da Martifer, no dia para o qual o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, tinha anunciado o retomar dos trabalhos.

“Hoje não será, com toda a certeza. Não estão reunidos os pressupostos para retomar os trabalhos de construção, o que não quer dizer que isso não possa acontecer em breve”, adiantou a mesma fonte.

A 22 de agosto, José Maria Costa anunciou que o recomeço da construção da obra do antigo Coliseu, agora denominado Centro Cultural de Viana do Castelo, estava previsto para 05 de setembro e a conclusão dos trabalhos para julho de 2012.

“Houve um período em que o consórcio construtor esteve a fazer a aquisição de equipamento e materiais mas, a partir de 05 de setembro, os trabalhos reiniciam”, disse o autarca.

Hoje, a obra permanecia deserta, tal como últimos meses, mas a Martifer não comenta se na origem deste atraso estarão problemas de pagamento dos trabalhos.

“São assuntos, naturalmente, do foro interno da negociação entre as duas entidades”, disse a fonte.

Contactado pela Lusa, o autarca José Maria Costa insistiu que apenas a Câmara, “enquanto dona da obra” pode “falar sobre os trabalhos” e que tem a garantia do reinício das obras no dia de hoje.

“Acordámos isso na semana passada com o presidente do consórcio responsável pela obra”, sublinhou o autarca.

A Câmara suspendeu a obra em fevereiro, alegando falta de verbas para continuar os trabalhos, numa altura em que tinha já investido mais de seis milhões de euros apenas com recursos próprios.

Entretanto, foi garantido um financiamento comunitário de 10,5 milhões de euros, permitindo a retoma definitiva da construção, com uma comparticipação de 80 por cento.

Dos 13,1 milhões de euros previstos para a construção deste equipamento da autoria de Eduardo Souto Moura, à Câmara corresponderá uma fatia total de cerca de 2,6 milhões.

Desde a suspensão da construção que, fruto do acordo amigável com a Martifer, a autarquia assumiu a responsabilidade de pagar mensalmente 25 mil euros pela manutenção dos estaleiros da obra.

Construído a 7,5 metros da marginal do rio Lima e com um recinto para a prática desportiva e outras atividades culturais e económicas, o espaço poderá receber feiras e festivais de gastronomia.

A capacidade do equipamento será de cerca de duas mil pessoas sentadas, podendo o número aumentar para 2.700 em eventos com público a assistir de pé.

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