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Viana do Castelo que ser capital do ‘techno’

Rui L. Reis é doutor honoris causa pela Universidade Politécnica de Bucareste

Alto Minho

2018-08-07 às 10h00

José Paulo Silva

Organização do Festival Neopop quer elevar Viana do Castelo a capital da música techno. Câmara Municipal subscreve e aplaude a candidatura.

O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo recebeu, ontem, da organização do festival de música electrónica ‘Neopop’ mais de 1800 assinaturas de cidadãos que subscrevem uma petição a favor da classificação da cidade como ‘Capital do Techno’. José Maria Costa prometeu “avaliar esta tramitação” e ver como a cidade se pode “posicionar, quer a nível nacional, quer a nível internacional”, para merecer a distinção.
Acompanhado da vereadora da Cultura, Maria José Guerreiro, o edil acolheu o dossiê da petição intitulada ‘Todos pelo Techno, todos por Viana’, destacando o Festival Neopop como evento de “enorme importância económica” para Viana do Castelo e já “identificado pela imprensa especializada como uma das grandes ofertas culturais do país”.

A edição deste do festival arranca esta quarta-feira e decorre até sábado, 11 de Agosto, junto ao Forte de Santiago da Barra, um local “icónico”, na opinião do presidente da Câmara Municipal.
Gustavo Pereira, da organização do Neopop, informou que os 7 500 bilhetes para o dia de abertura de festival, de acesso gratuito, esgotaram. Estes ingressos tinham de ser reservados ‘online’, sendo que os residentes do Porto foram os que mais reservaram, seguido dos dos distritos de Viana do Castelo e de Braga.
A organizou adiantou que a edição 2018 tem assistentes de 50 nacionalidades diferentes, destacando-se o público de Espanha e de França. Este ano, deve ser superado o número de assistentes de 2017, cerca de 28 mil em três dias.

St. Germain, que actua amanhã, é apresentado como “maior atração do festival” de cujo programa fazem também parte Jeff Mills, Marco Carola, Josh Wink, Solomun, Rebekah e Paula Temple, Rui Vargas, Adriatique, Agents of Time, Joseph Capriati, Ricardo Villalobos, Nina Kraviz, entre outros.

A organização oferece animação na praia fluvial da Argaçosa, junto ao parque de campismo que serve o festival, actividades no Teatro Municipal Sá de Miranda, um ‘sunset’ na praia Norte e exposições de homenagem a dois colaboradores, que entretanto faleceram: o fotógrafo Carlos Vilela e o gráfico José Quintas, este último responsável por todos os cartazes do festival até 2017.
Os bilhetes do festival têm um custo diário de 60 euros. O passe para os dias dias custa 120 euros. O ‘pass plus’, a 200 euros, inclui 10 bebidas, 1 t-shirt, 1 chapéu e 1 fita. Podem ser adquiridos ‘online’, no local e nos pontos de venda habituais.

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