Correio do Minho

Braga, quinta-feira

Universidade do Minho vence Prémio Simbiontes
Guimarães apresenta exemplo de sucesso na Unidade de Apoio ao Alto Rendimento na Escola

Universidade do Minho vence Prémio Simbiontes

RIET defende equilíbrio entre infraestruturas transfronteiriças para unir territórios

Ensino

2013-06-17 às 06h00

Redacção

Um filme sobre processamento sensorial do recém-nascido, realizado por uma equipa da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, foi distinguido pela Associação Viver a Ciência com o Prémio Simbiontes.

Uma equipa da Escola de Psicologia da Universidade do Minho venceu a segunda edição do Prémio Simbiontes, promovido pela Associação Viver a Ciência. O galardão distinguiu a melhor curta-metragem de um trabalho sobre neurodesenvolvimento infantil.

O prémio, no valor de mil euros, será aplicado na investigação científica do projecto vencedor, intitulado ‘Marcadores fisiológicos do processamento sensorial do recém-nascido”.
A investigação tem a parceria do Hospital Pedro Hispano (Matosinhos) e é financiada pela Fundação Bial e pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

O vídeo distinguido foi realizado por Luís Jorge, colaborador no projecto, juntamente com a doutoranda Sara Cruz e a investigadora principal Adriana Sampaio, no Centro de Investigação em Psicologia da UMinho.
Cerca de 10 a 20% das crianças e adolescentes sofrem de problemas ligados ao comportamento e desenvolvimento infantil.

A investigação da Universidade do Minho procura precisamente encontrar pistas no bebé a nível cardíaco, cerebral e respiratório que indiquem qual será o seu percurso desenvolvimental, seja como criança saudável ou que possa vir a ter perturbações comportamentais, refere Sara Cruz.
O trabalho demarca-se ainda por avaliar crianças com apenas um mês de idade, pelo seu estudo longitudinal e ainda pelo processo em si, uma vez que estes marcadores fisiológicos podem vir a contribuir para uma intervenção precoce e uma melhor recuperação.

A primeira fase do projecto de investigação está concluída, tendo passado por uma avaliação psicofisiológica e neurocomportamental de bebés até aos 30 dias de idade.
A segunda fase, em curso, analisa e cruza avaliações desenvolvimentais a bebés com um 1 ano e já avaliados na primeira fase.

O estudo motivou um artigo de revisão sobre os marcadores biológicos e fisiológicos do processamento sensorial do recém-nascido, publicado na revista ‘Infant Mental Health’.
A curta-metragem distinguida pode ser visualizada em vimeo.com/67638622.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.