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Unidade de Retaguarda activa até 30 de Novembro

Nacional

2020-10-13 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

Instalada no Centro Cultural de Viana do Castelo, entidades optaram pela sua manutenção face à evolução da situação pandémica.

O Município de Viana do Castelo decidiu manter activa a Unidade de Retaguarda instalada no Centro Cultural até 30 de Novembro face à evolução da situação pandémica, marcada pelo aumento do número de casos diários, e face à aproximação de um período de maior incidência de gripes e constipações.
A decisão será reavaliada nessa altura.

São 120 o número de camas disponível nesta unidade, podendo evoluir até às 200, dispondo ainda de apoio médico, balneários, casas de banho para profissionais de saúde, sala para profissionais de saúde, sala de estar e espaços para tratamentos, rampas acessíveis e circuitos diferenciados para reduzir possibilidades de contágios.
O layout do hospital de retaguarda foi projectado de acordo com orientações da ULSAM e das autoridades de saúde.

Hospital Alto Minho reforçado com 400 mil euros em material

A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) foi reforçada com mais 16 enfermeiros e lançou seis concursos públicos para comprar material de protecção à Covid-19, no valor de 400 mil euros, disse ontem o administrador.
Franklim Ramos disse que a ULSAM “contratou há pouco tempo mais 16 enfermeiros e continua a fazer mais contratações”.
O presidente do conselho da administração da ULSAM adiantou que o número de camas na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) do hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, “passou de sete para 25”. De acordo com o responsável, “as necessidades imediatas estão a ser feitas, mas os reforços vão-se construindo, mediante as necessidades”.

“Nesta fase, muitos doentes não precisam de internamento, porque são pessoas mais jovens do que na primeira vaga. Temos uma capacidade instalada para situações mais graves muito maior do que tivemos na primeira vaga. Na primeira vaga tínhamos sete camas nos cuidados intensivos e, agora, temos 25”, observou.
Em Ponte de Lima, especificou, foi criada uma “enfermaria geral” numa unidade de cuidados continuados que foi "desactivada”, por registar uma redução de procura.

“A ULSAM tem o seu plano de acção preparado. É um plano que pode ser continuamente ajustado, em função das necessidades. E esse ajustamento é feito rapidamente. Houve uma aprendizagem na primeira vaga que nos permite agora agir", sublinhou Franklim Ramos.
“Temos pessoal médico, de enfermagem e auxiliares em quem podemos confiar. No Alto Minho, as pessoas podem estar descansadas. Os profissionais estão muito bem treinados e são capazes de responder plenamente como aconteceu na primeira vaga. Não tenho dúvidas nenhumas”, reforçou o responsável.

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