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Ensino

2020-06-25 às 08h03

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Fernanda Magalhães venceu prémio nacional Eduardo da Cunha Serrão com uma tese doutoral sobre as casas romanas ibéricas.

Foi com ‘A domus romana no noroeste peninsular: arquitectura, construção e sociabilidades’, uma tese doutoral sobre as casas romanas ibéricas, que a investigadora Fernanda Magalhães, da Universidade do Minho, venceu o Prémio Eduardo da Cunha Serrão 2020.
O galardão é anual e distingue a melhor tese nacional de mestrado e de doutoramento em Arqueologia.
A distinção foi entregue a Fernanda Magalhães pelo presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, José Arnaud, em Lisboa.
Fernanda Magalhães recebeu 2500 euros e deve ver o seu trabalho publicado em livro até final do ano.

“Estou muito feliz, porque é atribuído pela primeira vez a um cientista da UMinho e porque trata o período romano, que não tem sido tão destacado”, refere a investigadora, citada num comunicado emitido pela UMinho
“Esta distinção é de uma equipa de investigação e da UMinho, que tem feito muito trabalho na arqueologia desde os anos 70, nomeadamente sobre Bracara Augusta, permitindo a pouco e pouco revelar vestígios de edifícios públicos e privados, ruas, pórticos e outras infra-estruturas”, acrescenta a investigadora.

Fernanda Magalhães analisou a arquitectura doméstica urbana romana, que tem ligações ao estudo das cidades actuais. Em particular, incidiu no tipo de habitações (domus) construídas entre os séculos I e IV, na última região peninsular a ser integrada na malha administrativa romana.
O estudo focou os casos de Braga, Tongobriga, Lugo e Astorga, mas contextualizou com as realidades da Galia, Britannia, restante Hispânia e Norte de África.
Fernanda Magalhães é investigadora da Unidade de Arqueologia da UMinho e do Laboratório de Paisagens, Património e Território.

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