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Desporto

2021-05-18 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Foi ontem apresentado o Livro do Centenário do SC Braga. Uma obra “grandíssima”, que enche de orgulho o universo arsenalista. “Quem não honra o seu passado não poderá ter orgulho no futuro!”.

Foi ontem apresentada, no salão nobre do Theatro Circo, em Braga, aquela que é tida como uma obra imperdível para os apaixonados pelo SC Braga, considerada, inclusive, “um marco na historiografia dos clubes desportivos em Portugal” - o Livro do Centenário do SC Braga, desenvolvido por José Miguel Fernandes e Eduardo Pires de Oliveira.
A emoção tomou conta dos discursos dos autores da obra, que fizeram questão de sublinhar a importância da mesma não só para o SC Braga mas também para a cidade.
António Salvador, presidente do clube, no momento do discurso, afirmou tratar-se “de um dia de grande importância para o SC Braga” que, “após cem anos de vida”, vê finalmente nascer “a obra que reúne esforço, amor, sacrifício e ambição”, elementos que “transformaram o clube numa inegável referência regional, nacional e internacional”.
“Aproveito para enaltecer o trabalho exaustivo dos dois autores, o professor João Miguel Fernandes e o historiador Eduardo Pires de Oliveira. Nas duas edições apresentadas hoje [ontem] a dedicação de ambos foi imensa. E é também graças a este latente sentimento de amor e pertença que este é, talvez, um dos melhores manifestos literários de um clube em Portugal”, referiu, dirigindo-se a uma plateia que contava com as presenças de João Paulo Rebelo (Sec. Estado do Desporto e da Juventude), Pedro Proença (Presidente da Liga Portugal), Fernando Gomes (Presidente da FPF), José Manuel Fernandes (Pres. Assembleia-Geral do SC Braga), Sameiro Araújo (Vice-Presidente CM Braga), D. Jorge Ortiga (Arcebispo de Braga) e Manuel Machado (Pres. AF Braga), entre outros.
“A riqueza histórica do SC Braga reflecte as bases nas quais assentam, ainda hoje, os valores defendidos por este clube: ambição em fazer sempre mais e melhor; respeito pela cidade que nos abraça desde o dia da nossa fundação; amor e paixão pelo clube e por todas as suas ramificações; defesa incondicional do ecletismo; e vontade de crescer para lá dos limites da linha do horizonte”, assumiu António Salvador, que acrescentou.
“Com a alma Guerreira que nos caracteriza, continuaremos a trabalhar para sermos tudo aquilo que os nossos fundadores um dia sonharam, idealizaram e projectaram: um emblema respeitado mundialmente, não apenas pelos sucessos desportivos, mas também pelos valores que todos os dias defendemos”, rematou.
No final, foi descerrada uma placa comemorativa, à entrada do emblemático ‘Café Vianna’.

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