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Um Guerreiro até pode cair, mas fá-lo sempre de pé
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Um Guerreiro até pode cair, mas fá-lo sempre de pé

Desporto

2021-02-26 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Termina a aventura europeia do SC Braga, cuja sentença que se lhe antecipara acabou por se confirmar no Olímpico de Roma. Equipa de Paulo Fonseca é de outro campeonato, pese embora a boa imagem deixada pelos Guerreiros do Minho. Agora, há uma Champions para “agarrar”.

Ainda houve a ilusão de que pudéssemos ter (mais) uma noite épica para o SC Braga no Olímpico de Roma, mas cedo se percebeu que, depois das incidências da primeira mão, a intenção de Carlos Carvalhal seria a de, honrando a história e respeitando o passado do clube, apresentar uma equipa competitiva mas algo distante da ‘ideal’ para fazer frente a uma Roma que tem outros argumentos e apresenta um ritmo e intensidade bastante mais elevados do que aqueles a que os Guerreiros do Minho estão habituados na generalidade dos adversários nacionais.
De fora do onze inicial ficaram, por exemplo, alguns consagrados como Matheus, Fransérgio, Al Musrati e Ricardo Horta e aí se percebeu que o foco, sendo primeiramente no jogo de ontem, estava também, de certa forma, no desafio de depois de amanhã, frente ao Nacional, na 21.ª jornada da I Liga.
De facto, a luta (sobretudo) pelo 2.º lugar ocupou, certamente, uma boa parte do pensamento da equipa técnica, que quer agora ir em busca desse regresso à elite do futebol europeu, com o respectivo e milionário encaixe financeiro que isso significa.
A eliminatória estava bem encaminhada para os romanos mas, apesar disso, Paulo Fonseca tinha avisado que queria uma equipa comprometida e em constante alerta para evitar dissabores.
As oportunidades de perigo demoraram a aparecer mas, quando finalmente surgiram, desenvolveram-se em dose dupla para a equipa da casa que, na mesma jogada, atirou por duas vezes ao poste. Infelizmente para os guerreiros, o segundo remate, de Dzeko, tomou como destino final as redes de Tiago Sá, que nada poderia fazer para evitar aquilo que o SC Braga menos queria - que a Roma marcasse primeiro.
Ainda assim, a resposta minhota foi (como quase sempre) positiva e Piazon, assim como Sporar, dispôs de boas chances para a igualdade. Só que, do outro lado estava uma equipa que precisa de pouco para fazer muito. Num dos contra-ataques de que gosta de explorar, a Roma esteve também perto de aumentar a vantagem antes do descanso, mas o tiro de Pedro Rodríguez deixou a trave da baliza de Tiago Sá a abanar com o estrondo.
A diferença mínima dava alento para a segunda parte, não numa perspectiva de ainda poder reverter a eliminatória mas de, pelo menos, poder sair com algo mais do Olímpico.
Carvalhal decidiu-se pelo lançamento da artilharia, mas acabou ‘traído’ pelo segundo golo dos romanos, num golo em que veio ao de cima todo o cinismo que lhes é característico. De uma jogada em que o SC Braga esteve pertíssimo do empate, nasceu o 2-0 num contra-atatque exímio. Pelo meio, Pellegrini ainda falhou um penálti.
A recompensa para os minhotos veio da infelicidade de Cristante, que fez auto-golo, antes de Borja Mayoral fechar as contas num 3-1 algo exagerado.

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