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Turistas nacionais foram os que mais  visitaram o Bom Jesus neste Verão

Braga

2020-09-16 às 08h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Varico Pereira, vogal da Confraria do Bom Jesus e gestor do Bem para a UNESCO, faz um “balanço positivo” do Verão de 2020, que, por via da pandemia, levou mais visitantes nacionais ao Bom Jesus do Monte.

Os portugueses, os espanhóis e os franceses foram os turistas que mais visitaram o a estância do Bom Jesus do Monte neste Verão. Muitos foram também os que aproveitaram os 26 hectares de mata disponíveis para ‘fugir’ à pandemia da Covid-19 e respirar fora de casa e da cidade com piqueniques diários. É com um “balanço positivo” que Varico Pereira, secretário da Real Confraria do Bom Jesus do Monte e gestor do Bem para a UNESCO resume o Verão de 2020, assinalando os milhares de visitantes.
“A partir de 15 de Julho e até final de Agosto tivemos sempre muitos visitantes na estância do Bom Jesus do Monte e houve até dois dias em que tivemos que encerrar o acesso ao parque” dada a adesão dos visitantes, indicou o responsável.
Varico Pereira assinala como essencial esta medida de limitação do acesso à estância, sujeita também a pagamento, não só para a gestão do espaço, mas, sobretudo, por uma questão de “sustentabilidade” do Bom Jesus. “Agora, enquanto património da UNESCO, temos responsabilidades acrescidas e é pre- ciso gerir bem o acesso e a pressão dos visitantes”.
Neste Verão, o Bom Jesus, que sempre foi local de visita obrigatória para muitos dos turistas, foi também espaço privilegiado de visitação para muitos que quiseram fugir à pandemia. “Notou-se muito mais a presença dos visitantes nacionais, vindos de todo o país”, realçou o responsável, acrescentando que os portugueses, juntamente com ‘nuestros hermanos’ espanhóis e os franceses foram aqueles que mais visitaram o Bom Jesus.
Varico Pereira destacou, por outro lado, o facto de a mata do Bom Jesus ter sido espaço privilegiado para muitas famílias procurarem ‘respirar’ fora da pandemia. “Houve piqueniques diários e as pessoas aproveitaram o espaço e os 26 hectares de mata que aqui têm, mas dos quais é preciso cuidar também”.

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