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Braga, terça-feira

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Três por cento da população infectada com Covid-19
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Três por cento da população infectada com Covid-19

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Três por cento da população infectada com Covid-19

Braga

2020-11-21 às 11h00

Miguel Viana Miguel Viana

Número foi avançado pelo presidente da Câmara de Braga, que defendeu medidas equitativas a nivel nacional para a prevenção da doença.

Mais de três por cento da população do concelho de Braga “já terá estado infectada” pelo vírus da Covid-19. O número foi avançado ontem pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, à margem da visita do embaixador do Irão á autarquia.
Ricardo Rio lembrou que Braga tem registado um aumento considerável de casos diários de infecção por Covid-19, pelo que considera “importante impôr medidas preventivas” como as que foram definidas pelo Governo para o Estado de Emergência.
“Eu não sou propriamente muito crítico daquelas que têm sido as medidas adoptadas pelo Governo. Não sei se são as mais eficazes e se são suficientes para conter esta realidade. Em última análise, há algo que não podemos escamotear, o risco está onde cada um de nós está. Não é no contexto familiar, não é no trabalho, não é nas escolas, é onde cada um de nós está, se não estivermos a cumprir as regras a que estamos sujeitos”, apontou Ricardo Rio.
Sobre medidas mais restritivas adoptadas no âmbito do Estado de Emergência (cujo prolongamento até 8 de Dezembro foi aprovado ontem na Assembleia da República), o autarca bracarense considerou que “nunca poderíamos pensar numa solução de restrições muito exageradas, à cabeça, porque isso teria impactos do ponto de vista económico e social devastadores. O Governo tem procurado gerir a gravidade das restrições em função da evolução da pandemia, de forma a não causar um impacto muito gravoso.” Contudo, o autarca bracarense apresentou reservas em relação à classificação dos concelhos em três níveis diferentes de gravidade.
“Seria importante haver um tratamento mais equitativo da generalidade do território. A realidade tem demonstrado que ora temos focos de maior contaminação no Norte de Portugal, ora temos na área metropolitana, ora temos espalhado pelas zonas do interior. Uma abordagem mais equitativa do território poderia ser mais facilmente apreendida”, destacou o autarca.
Ricardo Rio defendeu ainda que é “importante limitar ao máximo possível as excepções e dar exemplos claros das coisas que se podem e que não se podem fazer”. A existência de muitas excepções pode traduzir-se num “estímulo para o incumprimento das regras que estão a ser estabelecidas”, alertou o autarca bracarense.

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