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Desporto

2021-01-20 às 10h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Hugo Xavier orienta o SP Arcos, sensação deste arranque de época na Pró-Nacional. Para o técnico, são três os pilares que explicam o segundo lugar na série A. Suspensão dos campeonatos, acredita, é um mal necessário para combater um vírus terrível. Objectivos para esta temporada continuam inalteráveis em relação ao que fora definido previamente: no clube, ninguém “sonha” com a subida. Foco é garantir a manutenção rapidamente.

Uma decisão administrativa do Conselho de Disciplina da AF Braga relegou o SP Arcos para o segundo lugar da série A da Pró-Nacional, entregando o topo ao Dumiense. Considerou o organismo que o Marinhas utilizou um jogador de forma irregular frente ao conjunto de Dume que, por sua vez, viu anulada a derrota em campo por 1-0 e a vitória na secretaria por 3-0. Assim, o Dumiense é primeiro, com 16 pontos, mais um que o SP Arcos, que vem protagonizando um arranque de temporada notável.
“É muito importante começar bem o campeonato e felizmente as coisas têm-nos corrido bem. Temos 15 pontos e somos a equipa que mais pontos fez em campo, o que nos deixa bastante satisfeitos e orgulhosos pelo trabalho efectuado. Não podemos é pensar que já somos os maiores porque os 15 pontos não nos permitem, neste momento, atingir os nossos objectivos, que passam pela manutenção. Portanto, vamos continuar a trabalhar com a mesma humildade, ambição e determinação para que as coisas continuem a correr bem”, garantiu Hugo Xavier, o técnico do emblema bracarense, que rejeita a ideia de que o clube já pensa numa hipotética subida de divisão.
“Neste momento podemos sonhar apenas em atingir o nosso objectivo mais cedo do que aquilo que provavelmente imaginávamos. Sonhar com outras situações, nomeadamente a subida de divisão, é um bocadinho fora da realidade do nosso clube porque nós nem campo temos para jogar em casa. Por isso, vamo-nos focar naquilo que é realmente o nosso objectivo, que é a atingir a manutenção o mais brevemente possível”, frisou, abordando ainda a suspensão dos campeonatos.
“Fui um dos que, no ano passado, quando faltavam cinco ou seis jogos para terminar a época, era a favor do cancelamento dos campeonatos. Andávamos com 500 casos por dia e estávamos todos assustados. Hoje, passado quase um ano, temos uma noção completamente diferente sobe este vírus e penso que foi acertada a paragem neste momento. Estamos com números muito elevados e a paragem vai ajudar a que isto diminua um pouco, não só no futebol como noutros sectores. Em relação ao campeonato, já sabíamos que seria atípico. A partir do momento em que nós, treinadores, directores e jogadores, assumimos que vamos para a frente e vamos lutar contra este vírus, tomando sempre as devidas precauções, com maior ou menor dificuldade, eu acredito que se possa levar isto até ao fim. Ainda não ficou provado que os clubes de futebol são uma fonte de contágio”, disse, afirmando que espera consciencialização por parte dos atletas nesta paragem.
“Quando nós somos profissionais tudo é mais fácil, mas a este nível estamos a falar de jogadores que trabalham o dia todo e quando chegam a casa querem é descansar e estar com as suas famílias, o que é natural. Não fizemos nenhum plano de treino individual, nem colectivo. Apenas apelámos ao bom senso e à ambição dos jogadores, porque se tivemos determinação e rigor durante este tempo todo para conquistarmos 15 pontos, não podemos deitar tudo por água abaixo. Por isso, eles foram sensibilizados para se manterem em actividade, fazerem no mínimo três treinos por semana, terem cuidado com a alimentação, para quando voltarmos ser mais fácil recuperarmos o tempo perdido”, sublinhou, revelando ainda que o processo defensivo é um dos momentos mais tranalhados (equipa sofreu apenas 4 golos).
“Gosto de defender bem e quanso sofro em golo fico chateado. Mas temos de trabalhar e corrigir essas situações.”

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