Correio do Minho

Braga,

Trabalhadores câmara e das empresas municipais de Braga exigiram 35 horas de trabalho semanal
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Trabalhadores câmara e das empresas municipais de Braga exigiram 35 horas de trabalho semanal

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Braga

2017-09-13 às 06h00

Miguel Viana

Cerca de 250 trabalhadores da Câmara Municipal de Braga e das empresas municipais de Braga (AGERE, TUB/EM, InvestBraga, Theatro Circo e Bragahabit) participaram, ontem de manhã, num plenário organizado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Adminisitração Local (STAL). O objectivo foi o de pressionar a autarquia a determinar as 35 horas semanais de trabalho a todos os funcionários da autarquia e das empresas municipais.

Cerca de 250 trabalhadores da Câmara Municipal de Braga e das empresas municipais de Braga (AGERE, TUB/EM, InvestBraga, Theatro Circo e Bragahabit) participaram, ontem de manhã, num plenário organizado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Adminisitração Local (STAL).
O objectivo foi o de pressionar a autarquia a determinar as 35 horas semanais de trabalho a todos os funcionários da autarquia e das empresas municipais.

“O presidente da Câmara não quer resolver a situação. Continua a dizer que é ele que determina o ‘timming’ das negociações. Não fomos nós que propusemos fazer protocolos, há cerca de um ano, para resolver esta situação, foi o senhor presidente da câmara e neste momento não resolve o problema”, afirmou Baltazar Gonçalves, coordenador regional do STAL.

O sindicalista lembrou ainda que “temos cerca de 400 trabalhadores a trabalhar nas mesmas circunstâncias que trabalhadores com 35 horas. Queremos ver esta situação resolvida de uma vez por todas” GO STAL prometeu que não vai desistir da luta pela redução do horário de trabalho, e agendou para o próximo dia 22 uma paralização de 24 horas, de todos os serviços da autarquia e das empresas municipais.

“A greve que temos marcada de 24 horas serve para ajudar a resolver o problema das 35 horas para todos. Esperemos que no dia 22 os trabalhadores estejam solidários com quem trabalha 40 horas”, apelou Baltazar Gonçalves. O STAL admite ainda convocar os trabalhadores da autarquia e das empresas municipais para marcarem presença em reuniões públicas do executivo municipal ou da Assembleia Municipal. No plenário estiveram presentes Carlos Almeida (da CDU) e Paula Nogueira (do BE).

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