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Desporto

2021-07-21 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Carlos Viana treinador do Forjães SC, foi um dos rostos do sucesso do emblema esposendense que se sagrou campeão distrital e conseguiu o acesso ao Campeonato de Portugal. Técnico passou última época em revista e detalhou momentos únicos.

“Vamos fazer história”. A frase estava inscrita no balneário do Forjães desde o começo da última época e funcionou como um estímulo determinante para que todos sentissem que fosse possível chegar ao fim e atingir a glória.
“Tínhamos esse sonho dentro de nós. Desde o início estava muito bem pensado aquilo que queríamos. Tínhamos essa inscrição dentro do nosso balneário e nunca nos esquecemos, sempre que entrávamos dentro daquele balneário, que era atrás daquele sonho que corríamos. Foi excelente para todos”, disse Carlos Viana, técnico do actual campeão da Pró-Nacional, que depois de vencer a série A na primeira fase, levou a melhor sobre o Joane no play-off de apuramento de campeão e confirmou a subida ao Campeonato de Portugal.Tudo isto, num ano marcado por muitos constrangimentos e dificuldades provocadas pela pandemia.
“Não há nenhum curso de treinador que ensine a lidar com este tipo de problemas. Somos nós que temos de ter a capacidade de nos adaptarmos às coisas que vão acontecendo, ultrapassar essas dificuldades e transformá-las em estímulos para continuarmos a vencer. Este ano foi difícil para nós e para todas as equipas”, analisou, prosseguindo.
“Partimos para a época com o objectivo de disputar o play-off de subida, para o qual se apuravam, na altura, os primeiros quatro classificados de cada série. A meio, as regras foram alteradas, só a primeira equipa é que ia e nós sabíamos que teríamos de ir em primeiro lugar se quisessemos disputar o play-off e foi assim que aconteceu. Trabalhámos muito para o conseguir. Mas que foi difícil, foi. Uma paragem de três meses, pouca ligação com os jogadores. Não saber ao certo o que iria a conhecer no futuro, jogos adiados… Tivemos a resiliência necessária para ultrapassar isto tudo”, salientou, elegendo o momento determinante da época.
“Na retoma iniciámos com um atraso de cinco pontos para o primeiro classificado, com um jogo a menos. Nós conseguimos diluir essa vantagem, passámos para a frente e a três jornadas do final do campeonato estávamos em primeiro lugar e perdemos essa posição na secretaria. Foi um golpe duro para nós, a faltar duas jornadas para o fim e sabendo que só um é que ia ao play-off. Nós aí não abanámos. Agarrámo-nos ao que pudemos e conquistamos o primeiro lugar outra vez. No fim de semana seguinte fomos ganhar fora, o nosso rival empatou e conseguimos recuperar o primeiro lugar. Penso que foi determinante. Sabíamos que aí estávamos perto do objectivo”, vincou o técnico de 40 anos.

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