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Braga

2020-11-22 às 11h00

Paula Maia Paula Maia

AS TROIANAS, da CTB, subiu ontem novamente ao palco num horário pouco habitual ao público. Mas as mudanças podem vir para ficar.

O director da Companhia de Teatro de Braga (CTB) diz que as alterações dos horários dos espectáculos por causa da pandemia poderão levar a mudança do paradigma que vigorou até ao depoletar da pandemia, em que a maioria das peças era apresentadas após as 21 horas.
À semelhança de outras estruturas a nível nacional, a CTB também alterou os horários desde o fim da quarentena, passando os habituais espectáculos das 21.30 horas paras as 19 horas e, neste último fim-de-semana, também ao sábado de manhã. “Achamos que não devíamos fechar. Tal como as grandes superfícies não têm de fechar, pensamos que este é também um alimento para o espírito”, referiu ontem ao CM o director da CTB, dia em que ‘As Troianas” regressaram ao palco do Theatro Circo, desta feita com sessão às 10 horas.
“Há um esforço de todos no sentido de não fecharmos e de fazermos espectáculos”, continua Rui Madeira, garantindo que o público está a corresponder.
?O director reconhece que os novos horários deverão manter-se nos próximos, excepto se a gravidade da situação obrigar a um novo confinamento. “Não há grandes ilusões”, admite Rui Madeira, considerando que as limitações não irão impedir a companhia de continuar a trabalhar. “Vamos estrear um espectáculo no dia 9 de Dezembro e estamos a marcar a estreia para as 19 horas. Vai ser assim. Não vejo condições no país para mudar isso”, diz o dirigente da CTB que tem uma opinião sobre a nova realidade: “Não me parece mal. É uma questão de alterar hábitos. Nada vai ser como dantes”, atira Rui?Madeira, recordando que o que levou à alteração dos horários dos espectá- culos em Portugal foi a entrada em cena das telenovelas que ‘obrigava’ as pessoas a ficar em casa. “Era inconcebível fazer espectáculos antes das 21.30 horas”, diz, adiantando ainda que em vários países da Europa os espectáculos iniciam também pelas 19 horas. “Penso que esta situação pode mudar o paradigma. E não é tão grave assim”.

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