Correio do Minho

Braga, quinta-feira

Simulacro testa meios da Equipa de Emergência da Cruz Vermelha
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Simulacro testa meios da Equipa de Emergência da Cruz Vermelha

“Árbitro fraco, sem categoria e, acima de tudo, sem coragem”

Braga

2019-01-13 às 06h00

Marta Amaral Caldeira

A celebrar os 35 anos de actividade, a Estrutura Operacional de Emergência da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, protagonizou, ontem, um simulacro para testar e mostrar os seus meios.

Um carro despistou-se, ontem, no cruzamento da Rua do Raio com a Avenida da Liberdade e acabou por atropelar duas pessoas, uma das quais uma criança. Do acidente resultaram três vítimas: o condutor entrou em paragem cardio-respiratória e as outras duas vítimas sofreram vá- rios traumatismos.
O cenário bem podia ter sido real, mas desta vez, tratou-se, apenas, de um simulacro promovido pela Estrutura Operacional de Emergência (EOE) da Cruz Vermelha Portuguesa de Braga, que celebra 35 anos de actividade.
Três ambulâncias e vários elementos da EOE vieram em socorro das vítimas sinistradas, que depressa estabilizaram as vítimas, através das manobras de socorro, transportando-as ao hospital. Este simulacro serviu, acima de tudo, para que a população pudesse ver in loco.

O simulacro, que contou com o apoio da Protecção Civil de Braga, que disponibilizou o apoio da Polícia Municipal, serviu para a equipa da EOE, constituída por 70 voluntários e 13 assalariados, mostrar à comunidade os seus meios e as situações a que presta socorro às pessoas no dia-a-dia, desde transferências inter-hospitalares, transportes particulares, transportes de utentes para clínicas de fisioterapias, respostas à emergência pré-hospitalar e até a vários eventos da cidade, etc., explicou Ana Sofia Peixoto, coordenadora do serviço, destacando “o profissinalismo, dedicação e espírito de equipa dos voluntários”.

A coordenadora do EOE indica que o serviço está a aumentar os números, tendo registado um total de 921 emergências médicas como dispeneias, acidentes de viação, traumas, mal-estar geral, etc.
Vítor Azevedo, da Protecção Civil de Braga, destaca o papel desta equipa e da Cruz Vermelha Portuguesa em geral. “É uma entidade colaborante com a protecção civil no seu todo, sobretudo nas situações de emergência pré-hospitalar ou socorro e também na parte social, aliás é uma parte muito importante para o plano de contingência que ainda está em vigor, nomeadamente no apoio aos sem-abrigo”, sublinhou, frisando, no entanto, que em matéria de protecção civil “todos somos importantes”.
Armando Osório, presidente da Cruz Vermelha de Braga, destacou o papel desta equipa constituída na sua esmagadora maioria pela massa de voluntários. “Hoje esta é uma valência sustentável e necessária à população”, assinalou o responsável.

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