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Semibreve regressa em Outubro com uma edição alternativa

Braga

2020-08-07 às 07h00

Paula Maia Paula Maia

PARA A DÉCIMA edição foi desenhado um programa online, com algumas actuações nos Mosteiro de Tibães a terem lugar nos dias 24 e 25 de Outubro.

O Festival Semibreve, dedicado à música electrónica e arte sonora, regressa em Outubro num novo formato por causa da Covid-19, contando sobretudo com uma programação ‘online’ e com algumas actuações no Mosteiro de Tibães.
De acordo com a organização, o que estava preparado para este ano foi adiado para 2021, tendo sido desenhado um programa “que parte da ideia de reclusão” e que foi “pensado para ser apreciado à distância” nos dias 24 e 25 de Outubro.
Na página oficial do Semibreve estarão disponíveis em Outubro obras sonoras inéditas criadas a convite do festival por alguns dos mais estimulantes artistas da actualidade, entre os quais Ana da Silva, das Raincoats, a veterana compositora argentina Beatriz Ferreyra e o guitarrista norte-americano Jim O’Rourke.
As obras deles, e também de Jessica Ekomane, Kara-Lis Coverdale, Keith Fullerton Whitman e Tyondai Braxton, estarão em formato instalação no Mosteiro de São Martinho de Tibães.
É na Casa do Volfrâmio, na mata daquele mosteiro, que acontecerão, sem público e com transmissão online, actuações de cinco artistas convidados pelo Semibreve a realizarem residências artísticas em Braga: Pedro Maia, Klara Lewis, Laurel Halo, Nik Void e Oliver Coates.
A partir das restrições impostas pela pandemia, o Festival Semibreve apresentará ainda conversas abertas a um número restrito de público no Mosteiro de Tibães e que versam sobre a criação contemporânea nas áreas da música electrónica, experimental e arte sonora.
Os artistas Chris Watson e David Toop, os curadores Nuno Crespo e Margarida Mendes, a investigadora Raquel Castro e o programador Pedro Santos são alguns dos convidados destas conversas. Esta décima edição contará mais uma vez com o Prémio Semibreve promovido pela Edigma, empresa portuguesa líder no desenvolvimento de experiências interactivas, tecnologia multitoque e projectos de digital signage.
Este prémio é instituído para celebrar e promover a criação de trabalhos que explorem a interactividade, som e imagem suportados através da utilização de tecnologias digitais.
O vencedor terá o trabalho exposto durante a edição 2020 do festival e no showroom da Edigma em Lisboa.

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