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Braga, segunda-feira

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Segurança no trabalho é preocupação das instituições de solidariedade social

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Braga

2018-02-23 às 09h00

Miguel Viana

Tema foi debatido em encontro da União Distrital de Instituições Particulares de Solidariedade Social. Há doenças que podem ser agravadas pelas condições de trabalho, alertou a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).

A Segurança e a saúde no trabalho são um dos objectivos das instituições particulares de solidariedade social, declarou ontem o cónego Roberto Mariz, presidente da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social (UDIPS) de Braga, na abertura da sessão de esclarecimento sobre As IPSS e o Normativo Laboral Aplicável e Segurança e Saúde no Trabalho nas IPSS - Obrigações Legais. O encontro decorreu na Aula Magna da Faculdade de Filosofia e contou com a presença de cerca de 300 representantes da várias instituições particulares de solidariedade social do distrito de Braga.
O objectivo foi esclarecer sobre as normas legais e de segurança no trabalho. Por um lado pretendemos promover a segurança e a saúde no trabalho, com um conjunto de condições físicas dos próprios edifícios, e no desempenho das funções das tarefas dos colaboradores e funcionários, e por outro lado, a dimensão laboral, para que num trabalho comum, e pró-activo, se possa perceber a forma correcta de o fazer, referiu o cónego Roberto Rosmaninho.
O presidente da UDIPSS de Braga lembrou que há algumas tarefas com riscos inerentes, que devem ser tidos em conta. Há algumas tarefas que carregam algum risco até para a saúde. Se as condições físicas e laborais estiverem a corresponder ao que é legalmente necessário, podem evitar-se acidentes de trabalho, disse Roberto Mariz.
O sub-director da delegação de Braga da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), Emanuel Gomes, destacou que o sector da solidariedade social pela sua importância e crescimento, continua a merecer atenção especial por parte da ACT. Este sector representa cerca de cinco por cento do emprego total.
O responsável da ACT de Braga classificou de digno o trabalho feito pelas IPSS do distrito, e acrescentou que não é um sector de grande sinistralidade, mas importa ter em conta a abordagem relacionada com os anos perdidos de vida saudável devido a lesão, a doença ou a factor de risco relacionado com o trabalho. Muitas doenças (diabetes, doenças cardiovasculares, a doença mental) são agravadas pelas condições de trabalho, revelou Emanuel Gomes.
No encontro foram, ainda, apresentados e debatidos temas como as Campanhas da ACT, As Obrigações Legais das IPSS e As IPSS e o Normativo Laboral Aplicável.

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