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Economia

2020-03-30 às 10h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Acções de promoção que foram canceladas pela Covid-19 devem ser adiadas para o segundo semestre do ano, de forma a tentar uma recuperação dos prejuízos causados.

Adiar para o segundo semestre do ano as acções de promoção que foram canceladas por causa da pandemia provocada pelo novo coronavírus é intenção da comissão executiva da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV). A instituição presidida por Manuel Pinheiro mantém “intocado” para já um orçamento de três milhões de euros destinado a essas acções, que serão relançadas, em Portugal e nos mercados externos, “logo que possível”.
“O meu apelo é que não desistam, não se deixem abater. Esta será a maior batalha da nova geração, da qual teremos de sair a pulso”, declara aquele responsável, insistindo que “toda a nossa Região dos Vinhos Verdes vai ter de lutar muito”.
Nesta fase de grande impacto da pandemia vírica, Manuel Pinheiro entende que “tudo o que for possível fazer para que as empresas continuem a funcionar devemos fazê-lo”.
Se as linhas de crédito à tesouraria aprovadas pelo Governo “são fundamentais” neste período em que as empresas não facturam, o presidente da estrutura representativa do sector dos vinhos verdes releva que vão ser necessárias “medidas de apoio ao investimento e que elas funcionem depressa”.
Acrescenta o presidente da CVRVV que “não vamos ter um problema de apenas dois ou três meses em que estamos em casa e muitas empresas estão paradas. Teremos um longo período de recuperação económica para o qual são precisas medidas de grande impulso”, exemplificando com a redução da carga fiscal e a aprovação de incentivos à criação de emprego.
Nesta fase crítica, Manuel Pinheiro observa que, apesar das medidas de protecção sanitária impostas, “há muitas empresas que estão a trabalhar e a reagir contra a queda da economia que se avizinha”.

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