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Desporto

2021-05-06 às 13h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Desinspiração total. SC Braga está numa espiral negativa de resultados e exibições. Ontem, valeu um falhanço incrível de Jordi para evitar novo desaire. Com o empate, o quarto lugar ficou garantido.

Carlos Carvalhal afirmou-o após o jogo, mas para quem viu, dúvidas não restaram: os jogadores do SC Braga passaram 45 minutos a jogar por si, tentando resulver de forma individual aquilo que o colectivo esteve sempre muito longe de conseguir. Hoje, esta equipa, apesar de ter os mesmos jogadores, é uma sombra daquilo que já produziu em outros momentos da temporada. O cansaço, físico e mental, é uma evidência e, bem espremidinho, o ponto de ontem deixa pelo menos a confirmação de que o quarto lugar é uma certeza praticamente absoluta.
Carvalhal tentou dar outro ar a uma equipa que se vem arrastando, mudando-lhe quatro peças: saíram Galeno, Gaitán, Sporar e Al Musrati (este por castigo). Entraram Fransérgio, Ricardo Horta , André Horta e Rui Fonte, que voltou a ser titular oito meses depois. Até por isso, não foi de estranhar o desaparecimento do ponta de lança português, que nunca se revelou uma mais-valia, nem para combinar com os colegas, nem para tentar a finalização. Se por um lado nunca foi servido em condições, por outro mostrou naturais problemas de entrosamento e adaptação às ideias de jogo de Carvalhal. Não se podia pedir mais. Mas de outros elementos sim. Ou de todos os outros. Não foi de surpreender, portanto, que o técnico arsenalista mudasse três peças ao intervalo (a vontade seria a de alterar praticamente tudo), já depois de ter lançado Galeno ainda na primera parte, como resposta ao golo do Paços, apontado por João Pedro, num canto, que espelhou o desacerto da equipa bracarense.
Saíram para os balneários sem registo ofensivo que fizesse sonhar com outro resultado, mas reapareceram de cara lavada, com um pouco mais de dinâmica, que, ainda assim, se foi esfumando com o passar do tempo.
Não fosse um erro inacreditavel de Jordi e a terceira derrota seguida poderia ter sido uma realidade. O guardião recolheu uma bola de forma tranquila, deixou os companheiros subirem no terreno, mas esqueceu-se de Galeno nas costas. Sorrateiramente, o brasileiro deixou Jordi colocar a bola no relvado para se colocar à frente deste e ‘obrigá-lo’ a fazer penálti. Galeno encarregou-se da marcação e deu, enfim, alguma cor a mais uma exibição tremendamente marcada por tons cinzentos.

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