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Rui Duarte: “temos de ir à luta e não ter medo”

Desporto

2024-05-18 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Técnico salienta o embalo emocional que a equipa ganhou em Guimarães e que pretende transportar para este jogo com o FC Porto, que acredita ser interessante pela especificidade que encerra. Falhar o terceiro lugar seria algo frustrante, admite.

Citação

Sem rodeios, Rui Duarte admitiu que o duelo de hoje com o FC Porto é de “tudo ou nada” para o SC Braga.
“Lutámos muito para estar aqui, para chegar ao último jogo a lutar pelo terceiro lgar e temos de deixar tudo em campo, até à última gota de suor. Vamos defrontar uma grande equipa, muito intensa, muito forte com bola e sem bola, sabemos que vai ser muito difícil”, projectou o técnico do SC Braga, que fará hoje o seu último jogo no comando da equipa.
“Para já não me tira o sono, mas não quer dizer que não pense nisso. Sinto alguma nostalgia. Último treino, amanhã [hoje] último jogo, dois anos nesta casa, com títulos na formação, com a Youth League, chegar à equipa principal... acho que as pessoas estão minimamente contentes com o que se tem passado. Criámos uma boa energia e envolvência. Antes de pensar no próximo passo é pensar naquilo que deixo. Estou focado no jogo e o meu futuro tem tempo. A minha intenção é acabar bem e dar uma alegria a estes adeptos e sócios, assim como à Administração”, frisou Rui Duarte, que encara este jogo como uma final, mas não aponta favoritos.
“Eles jogam com dois resultados e nós com um, o que é um atractivo para o jogo, temos de fazer pela vida para marcar golos e não sofrer. Jogamos perante os nossos adeptos, já demos provas de sermos uma grande equipa”, disse, acrescentando: “favoritismos é difícil de explicar, não posso assumir, porque o FC Porto é uma equipa muito forte, com uma entidade muito vincada, assente naquilo que é o seu treinador. No jogo vamos ter momentos por cima, assim como o FC Porto vai estar por cima, nos pormenores quem for mais forte vai chegar à frente”, assumiu o técnico, que reencontra Sérgio Conceicção, com quem trabalhou no Olhanense.
“É uma pessoa que gosto muito, é meu amigo. Uma das referências que tenho como treinador, gostei muito de trabalhar com ele. A partir de domingo este sentimento está muito vincado, até lá tenho de lutar com tudo o que tenho para chegarmos ao 3.º lugar. Uma referência, mas não somos iguais, tenho a minha forma de estar e ele a dele, uma boa amizade. Mas, ao entrarmos em campo somos adversários”, garantiu, admitindo que ficará algum sentimento de frustração se o terceiro lugar não for alcançado.
“Se não conseguirmos chegar [ao terceiro] depois de todo o esforço que fizemos... saímos do Vitória com um sentimento de capacidade de que é possível. Não foi tudo perfeito, a energia com os adeptos e toda a gente no balneário, faz-nos acreditar que se não conseguimos amanhã [hoje] é uma frustração. Quero com a minha equipa técnica e jogadores dar um prémio a todos. Vamos lutar com tudo para que isso aconteça.”

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