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Romance ‘Morrer de Saudade’  celebra Instituto Monsenhor Airosa

Braga

2019-12-07 às 07h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

É com um romance baseado numa história verídica, da autoria de Francisco Vieira da Silva, que o Instituto Monsenhor Airosa finda, amanhã, as suas celebrações dos 150 anos em prol dos mais frágeis.

'Morrer de Saudade’ intitula o novo romance de Francisco Vieira da Silva que vai ser lançado no próximo domingo, às 16 horas, na Igreja da Conceição, no encerramento das celebrações dos 150 anos do Instituto Monsenhor Airosa (IMA).
Este quarto romance de Francisco Vieira da Silva é baseado numa história verídica de uma mãe que foi acolhida com o seu filho no então denominado ‘Colégio da Regeneração’, actualmente IMA. A criança seria dada para adopção, por ser do sexo masculino, mas acabaria por ser criada por uma família que morava perto do colégio, e portanto, a mãe biológica via frequentemente o seu filho, embora este só mais tarde viria a descobrir toda a verdade. “Esta é história de duas mães que morrem de saudade pelo mesmo filho e do filho que morre de saudade pela mãe”, antecipou o autor ao ‘Correio do Minho’.
O presidente do IMA, Luís Gonzaga Dinis, indica que o romance será distribuído nas principais livrarias de Braga, onde poderá brevemente ser adquirido.
Com três lares a funcionar - um Lar de Infância e Juventude que acolhe crianças e jovens em risco, um Lar Residencial que recebe mulheres adultas sobretudo com deficiência e um Lar de Idosos, o IMA celebra este ano os 150 anos.
“A sustentabilidade da nossa instituição é o que mais nos preocupa porque temos que dar apoio a muitas pessoas em situação de carência e vulnerabilidade”.
O presidente do IMA chamou a atenção para o facto de os utentes do instituto “não têm qualquer comparticipação das famílias porque não têm também essa retaguarda familiar”.
Os tempos são de mudança e recentemente o IMA recebeu também o seu primeiro utente do sexo masculino, numa situação muito premente para evitar a separação de crianças que são irmãs. “São respostas que temos que dar”.
Luís Gonzaga Dinis aproveita, ainda, o momento para lançar o apelo à comunidade bracarense no sentido que se apoie o projecto do IMA e a sua causa, nomeadamente por se tratar de uma casa que acolhe aqueles que se encontram mais frágeis.

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