Correio do Minho

Braga, terça-feira

“Regionalização pode promover união no país”
Proposta de alimentação alternativa à base de farinha de insecto vence concurso JUMP

“Regionalização pode promover união no país”

Proposta de alimentação alternativa à base de farinha de inseto vence concurso Jump para novas ideias de negócio

Braga

2019-06-19 às 06h00

Redacção

Ricardo Rio defendeu ontem que “a regionalização pode ser um mecanismo de promoção da união entre um país que não está verdadeiramente unido porque a realidade dos territórios é demasiado desequilibrada”.

“A regionalização pode ser um mecanismo de promoção da união entre um país que não está verdadeiramente unido porque a realidade dos territórios é demasiado desequilibrada”, defende Ricardo Rio, adiantando que os partidos políticos “têm a responsabilidade de assumir posições clara e objectivas” nesta matéria que “deve estar no topo da agenda política”.
O presidente da Câmara de Braga falava, ontem, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, no âmbito de um debate sobre ‘Regionalização e Desenvolvimento e Reforma da Administração Pública’ promovido pela Comissão Independente para a Descentralização (CID).

‘Regionalização e Desenvolvimento e Reforma da Administração Pública’ foi o tema deste seminário que contou ainda com a participação de outros autarcas, entre eles Miguel Alves, edil de Caminha, e Paulo Cunha, de Famalicão.
Na ocasião, Ricardo Rio referiu que um modelo de regionalização pode ser um mecanismo que permita uma gestão mais eficiente dos recursos públicos, uma maior capacidade de resposta dos organismos da administração pública, a promoção de um desenvolvimento integrado do país e a implementação de políticas de coesão territorial.
Este evento concluiu um conjunto de audições, seminários e conferências que a CID levou a cabo pelas diversas regiões do país, envolvendo autarcas, empresários, especialistas e representantes de instituições ligadas ao território, e demais personalidades.

Ao longo desta fase das suas actividades – em sequência do trabalho desenvolvido internamente numa primeira etapa – a CID tem adquirido importantes contributos para as conclusões que apresentará em 31 de Julho, com a entrega do relatório final ao Presidente da Assembleia da República, como estabelecido na Lei n.º 58/2018, de 21 de Agosto.
Os relatos referentes às audições, seminários e conferências que a CID organizou serão anexos ao relatório final e disponibilizados para consulta pública, no site da Assembleia da República.

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