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Regime fundacional anima campanha para Conselho Geral da UMinho
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Regime fundacional anima campanha para Conselho Geral da UMinho

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Ensino

2017-03-16 às 06h00

José Paulo Silva

A opção da Universidade do Minho pelo regime fundacional foi uma das linhas de fractura entre as três listas de professores e investigadores candidatas às eleições do Conselho Geral expressas ontem, no grande auditório do ‘campus’ de Gualtar, no segundo e último debate entre Rui Vieira de Castro, João Monteiro e Óscar Gonçalves, líderes das candidaturas ‘Afirmar a Universidade, Valorizar as Pessoas, Ganhar o Futuro!’, Uma Universidade de Todos para Todos’ e ‘Universidade Cidadã’.

A opção da Universidade do Minho pelo regime fundacional foi uma das linhas de fractura entre as três listas de professores e investigadores candidatas às eleições do Conselho Geral expressas ontem, no grande auditório do ‘campus’ de Gualtar, no segundo e último debate entre Rui Vieira de Castro, João Monteiro e Óscar Gonçalves, líderes das candidaturas ‘Afirmar a Universidade, Valorizar as Pessoas, Ganhar o Futuro!’, Uma Universidade de Todos para Todos’ e ‘Universidade Cidadã’.

Perante dezenas de professores e investigadores da UMinho, Rui Vieira de Castro, até há pouco tempo vice-reitor com o pelouro da Educação, assumiu “o compromisso claro com o sucesso do regime fundacional”, considerando que este modelo de gestão defende e valoriza “a natureza pública da UMinho”, facilitando a contratação de pessoal e a gestão do património.
Óscar Gonçalves, do grupo ‘Universidade Cidadã’, que votou contra a transformação da UMinho em fundação de direito privado no actual Conselho Geral, defendeu que, estando a decisão tomada, o tempo é de “avaliação dos riscos que podemos tomar”. Para o líder da lista C, há que “controlar o mais possível os danos” que o regime fundacional acarreta.

João Monteiro, da lista ‘Uma Universidade de Todos para Todos’, assumiu que a avaliação do regime fundacional deve ser feita daqui a cinco anos, altura em a opção por este modelo gestão pode ser renovada ou não. No entanto, o presidente da Escola de Engenharia está contra a contratação de docentes em regime privado e a transformação da UMinho “num grupo empresarial” que o estatuto de fundação potencia.

Num debate bastante sereno, Óscar Gonçalves e João Monteiro criticaram a opção de Rui Vieira de Castro de se posicionar, desde já, como putativo candidato a reitor.
A escolha do sucessor do actual reitor António Cunha é uma das primeiras decisões que o novo Conselho Geral irá tomar.

“Não é o momento para escolher o reitor. A candidatura a reitor ao mesmo tempo da candidatura ao Conselho Geral condiciona os elementos dessa lista”, declarou João Monteiro, enquanto Óscar Gonçalves sublinhou que “estas são eleições para o Conselho Geral”, sendo importante que se mantenha “a independência deste órgão do reitor e das unidades orgânicas”.

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