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Rede de Bibliotecas Escolares de Braga assume Centurium como recurso

Braga

2020-02-26 às 08h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Professores bibliotecários de várias escolas do concelho de Braga já estão a fazer formação e capacitação para dar resposta aos alunos que procuram os jogos do programa educativo Centurium nas bibliotecas escolares.

Depois dos alunos procurarem os jogos romanos de tabuleiro, a Rede de Bibliotecas Escolares de Braga já assume o programa educativo Centurium como um recurso. “Esta é mais uma constatação da nossa acção e dinâmica, já que foram os alunos que procuraram estes jogos nas bibliotecas, bem como professores de outras áreas”, contou o mentor do Centurium, Paulo Morais, adiantando que já são alguns os professores bibliotecários que estão a fazer a formação e acção de capacitação do programa.
Uma das “evidências” nas reuniões com os responsáveis das bibliotecas escolares do concelho foi precisamente essa procura e vontade por parte dos alunos em aprender os jogos romanos de tabuleiro. “As crianças e jovens têm autonomia e gestão e acabaram por transportar os jogos para as bibliotecas escolares”, confirmou o também professor de Matemática, referindo que desde o ano passado que esta “constatação” começou a dar frutos e desde logo os professores bibliotecários iniciaram a formação e a acção de capacitação.
“Notamos que as crianças ao levarem estas práticas para a biblioteca levam também toda a dinâmica da educação não formal, nomeadamente, as famílias, as associações de estudantes, as associações de pais e até a criação de tabuleiros”, constatou Paulo Morais, evidenciando o facto das crianças sentirem aqui também “a retaguarda da escola”.
Como as bibliotecas são “espaços vivos e onde acontece muita actividade”, esta dinâmica acabou por trazer também outras questões relacionadas com os jogos romanos de tabuleiro. Ali os mais novos aprendem a história, a cultura clássica e até o latim, porque à medida que vão jogando colocam também “muita curiosidade” e procuram as respostas precisamente na biblioteca da escola.
E a partir daqui têm surgido os Clubes Centurium, da qual é referência o da EB2,3 Francisco Sanches, apesar da ideia estar a ser replicada em muitas outras escolas. “Estes clubes já são uma referência para o Centurium e mais uma prova que estamos a consolidar o programa educativo em função do interesse da criança”, garantiu o mentor do Centurium, destacando a importância do trabalho em rede.
No caso das bibliotecas escolares, o programa educativo Centurium está a ser reforçado já que vai ao encontro de uma série de objectivos e metas das próprias bibliotecas escolares”, congratulou-se Paulo Morais, mostrando-se visivelmente satisfeito pelo Centurium “ser parte integrante das soluções” e já ser utilizado como um “recurso” juntos dos alunos.

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