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Reabilitação do Centro histórico de Caminha entra na segunda fase

Alto Minho

2020-09-19 às 17h11

Redacção Redacção

A calendarização teve em conta a maior pressão populacional e de circulação que sempre acontece na época de verão, acautelando-se o impacto que as obras inevitavelmente causam. O início dos trabalhos coincide agora com a montagem do estaleiro, nas imediações da Biblioteca Municipal e proximidade da Igreja Matriz, à semelhança do que aconteceu na 1ª fase.

A operação de reabilitação urbana do Centro Histórico de Caminha entrou na 2ª fase, com o início dos trabalhos relativos à Rua de S. João. O projeto, que inclui a renovação das infraestruturas e a requalificação da iluminação pública, implica um investimento de mais de 400 mil euros e deverá prolongar-se por cerca de 180 dias.
Depois das obras referentes às ruas Ricardo Joaquim de Sousa e Travessa do Tribunal, Largo do Turismo e Largo Dr. Luis Fetal Carneiro, onde se procedeu à qualificação do espaço, com a renovação de todas as infraestruturas e redes públicas, incluindo a rede de drenagem de águas residuais, pluviais e abastecimento e rede de distribuição de gás natural chegou a vez da artéria que atravessa o coração da Vila, a Rua de S. João, onde se encontram espaços e imóveis tão emblemáticos como Terreiro, os Paços de Concelho ou a Igreja da Misericórdia.
A calendarização teve em conta a maior pressão populacional e de circulação que sempre acontece na época de verão, acautelando-se o impacto que as obras inevitavelmente causam. O início dos trabalhos coincide agora com a montagem do estaleiro, nas imediações da Biblioteca Municipal e proximidade da Igreja Matriz, à semelhança do que aconteceu na 1ª fase.
Este projeto assume como objetivo “a qualificação do ambiente urbano, do espaço público e das vivências por ele proporcionadas, através da melhoria do desenho e do mobiliário urbano, da pavimentação de arruamentos e passeios, da introdução de elementos arbóreos, da eliminação de barreiras arquitetónicas e visuais e da renovação das infraestruturas no subsolo”.
Complementarmente, e de acordo com o projeto, “pretende-se intervir ao nível da organização da circulação automóvel de forma a permitir o alargamento de passeios, arborização, ou estacionamento, devolvendo-se a esta artéria a dinâmica comercial desejada e as ações de rua inerentes a um espaço com esta centralidade”.
O valor da obra é de 413 100,15 €. Nesta intervenção também está incluída a requalificação da iluminação pública no Terreiro, Rua de S. João, iluminação do Paços de Concelho, Igreja da Misericórdia e Igreja Matriz; assim como novo mobiliário urbano.
A intervenção estende-se desde o topo norte (edifício das Finanças) até ao encontro com a Rua Visconde Sousa Rego.

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