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Braga

2019-06-11 às 07h00

José Paulo Silva

Caminhada do Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe e da Associação Desportiva e Cultural de Semelhe levou seis dezenas de bracarenses às Sete Fontes. Alguns deles pela primeira vez.

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| José Paulo Silva |

Um rancho folclórico e uma associação desportiva e cultural deram ontem a conhecer a mais alguns bracarenses o complexo ecomonumental das Sete Fontes. Manhã cedo, seis dezenas de pesoas responderam ao repto do Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe e da Associação Desportiva e Cultural de Semelhe para uma caminhada pelo percurso das Setes Fontes, no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Ambiente.

Parte dos participantes visitaram pela primeira vez o sistema de abastecimento de água do século XVIII, monumento nacional em cuja envolvente a Câmara Municipal de Braga pretender criar um parque verde.
Jorge Cerqueira, um dos dinamizadores da caminhada, justificou a escolha das Sete Fontes pelo “simbolismo” que este conjunto monumental encerra numa altura em que as questões ambientais, nomeadamente as relacionadas com as alterações climáticas “têm grande peso no nosso dia a dia”.

“Muitos dos participantes desconheciam por completo as Sete Fontes, constatou Jorge Cerqueira.
Mário Monteiro, presidente da direcção do Rancho Folclórico de Santa Maria de Adaúfe, foi um dos que visitou ontem pela primeira vez as mães d’água e condutas do complexo das Sete Fontes. “Pelas notícias conhecia a importância que isto tem”, disse ao Correio do Minho, confirmando ‘in loco’ a necessidade de “preservar esta zona”.

Cláudia Ferreira, instrutora de fitness, também nunca tinha estado nas Sete Fontes. Depois da descrição de Joaquim Peixoto, funcionário da empresa Agere, verdadeiro guardião do sistema de abastecimento de água nas últimas décadas, ficou supreendidas com a percepção exacta da “dimensão” do complexo e da utilidade que o mesmo ainda tem.

Os dirigentes do Rancho Folclórico de Adaúfe assumiram que a caminhada de ontem, com cerca de cinco quilómetros e passagens também pela mata do Convento Franciscano de Montariol e pelo Trote - Centro Hípico, foi a primeira de um conjunto de outras actividades para além do foclore que a associação pretende realizar, logo após os meses de Verão em que o calendários de actuações está bastante preenchido.
“Pretendemos que todos se deixem sensibilizar e reconheçam a necessidade de protecção e preservação do Ambiente e que a sustentabilidade do Planeta depende de cada um de nós, pois não podemos adiar tais problemas e consequências para o dia de amanhã, pois não existe outro Planeta”, declaram os promotores no convite para a caminhada pelas Sete Fontes.
Entre muitos outros, Manuel Gonçalves, residente na vila de Prado, mas que “está todos os dias em Braga”, percebeu a mensagem. Também ele visitou pela primeira vez o complexo das Sete Fontes. No final da caminhada, confessou-nos que foi bom “ver como no passado construiram este património, o qual hoje devemos conservar para o legar ao futuro”.

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