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Economia

2021-02-11 às 12h25

Redacção Redacção

A funcionar desde 1976, o quiosque Estrela da Sorte, situado no Largo João Penha, foi o primeiro quiosque a abrir portas na cidade de Braga. Rogério Poinhas ficou com o negócio do pai já lá vão 18 anos.

Estávamos no ano de 1976 quando abriu o primeiro quiosque de rua da cidade de Braga. O quiosque Estrela da Sorte abriu portas no cimo da Avenida da Liberdade, mas há uns anos que funciona no Largo João Penha, no final da Rua do Raio, em direcção à Avenida da Liberdade. Rogério Poinhas tomou conta do negócio do pai já lá vão 18 anos.
“O meu pai começou o negócio num espaço no cimo da Avenida da Liberdade e durante estes anos foi descendo, por causa das obras do túnel, e acabamos por ficar aqui no Largo João Penha”, contou ao microfone da rádio Antena Minho, o proprietário, referindo que “a estrutura não é a mesma, mas o quiosque já existe desde 1976”.

As circunstâncias da vida levaram Rogério Poinhas a ficar com o negócio dos pais, também para eles descansarem. “Tomei conta do negócio no ano em que nasceu o meu filho, já lá vão 18 anos. Hoje o meu pai, que tem 85 anos, ainda me vai ajudando aqui. Claro que nesta fase está em casa”, referiu o proprietário, adiantando que passa quase 12 horas diárias no quiosque.
O movimento está longe de ser o que tinha antes da pandemia, mas neste segundo confinamento, Rogério Poinhas vê mais pessoas nas ruas, também porque “vão para o trabalho e precisam de ir às compras”, lembrando que o quiosque também vende bens essenciais como os jornais e as revistas. “As restrições não são tão duras como no primeiro confinamento, mas mesmo assim nota-se muito menos passageiros nos autocarros”, informou.
Com saudades dos turistas, sobretudo os espanhóis, o proprietário confirmou que a cidade já tinha “muito movimento turístico” quase todo o ano, esperando que depois do Verão a pandemia já tenha passado. “A vacinação ainda vai demorar algum tempo e esperemos que à medida que os números forem descendo que as restrições sejam mais ligeiras”.

No quiosque Estrela da Sorte vende-se “um pouco de tudo”, desde jornais e revistas, tabaco, gift cards e raspadinhas. No estabelecimento, Rogério Poinhas conta também com o serviço de de entrega e de recolha de encomendas, bem como o serviço payshop, onde é possível carregar telemóveis e passes e pagar facturas. “Também servimos café no quiosque, mas esse serviço agora está proibido”, confirmou.
O proprietário contou que já tem clientes fiéis e diários e principalmente de manhã, enquanto esperam pelo autocarro, põem a conversa em dia. “As pessoas vão-se habituando e sendo bem tratadas habituam-se a ir a um sítio e continuam a vir”, justificou Rogério Poinhas, garantindo que “todos são bem servidos”.

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