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Queimar dentro da lei e em segurança
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Casos do Dia

2018-05-15 às 06h00

Teresa M. Costa

GNR foi ontem ao encontro da população, em Vieira do Minho, para alertar para os cuidados a ter na hora de queimar sobrantes agrícolas ou florestais. SEPNA e GIPS realizaram uma queima para mostrar os procedimentos, mas faltou o principal destinatário: a população.

Mais de 90 por cento dos incêndios já registados este ano resultaram de queimas de sobrantes descontroladas. A constatação leva a GNR a avançar com acções de sensibilização junto da população e, ontem, em Vieira do Minho, até realizou uma queima de sobrantes cumprindo todas as regras de segurança.
Com o prazo a expirar, o uso do fogo é uma das formas mais económicas de fazer a gestão de combustíveis, mas a queima ou queimada tem que ser realizada em segurança alertou ontem o chefe do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial de Braga da GNR, Capitão Ricardo Lopes, durante a queima de sobrantes realizada em Vieira do Minho, no âmbito da Operação Queimada Segura 2018.

A queima foi realizada pela GNR, mobilizando o SEPNA e o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR (GIPS), envolvendo, também, os Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho, o Serviço Municipal de Protecçao Civil, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), uma equipa de sapadores florestais e o Comando Distrital de Operações de Socorro, representado pela 2.º comandante, Marinha Esteves.
O dia escolhido para a queima foi o ideal, já que estava nublado - até choveu - e a temperatura amena.
Nos dias de temperatura elevada, como os que já se verificaram no corrente mês, as pessoas devem abster-se de realizar queimas avisou o oficial do SEPNA, lembrando que durante o período crítico, as queimas estão proibidas.
Mesmo fora do período crítico, as queimas são proibidas sempre que o risco de incêndio for elevado ou máximo.

Já a queimada - queima mais extensiva de sobrantes e/ou renovação de pastagens - carece sempre de licença da Câmara Municipal e requer a presença de um técnico em fogo controlado ou de uma equipa de bombeiros/sapadores florestais.
Durante a queima, as pessoas devem estar sempre atentas à fogueira e nunca a abandonar, mantendo-se no local até que só sobrem as cinzas que devem ser apagadas com água.
Aliás, só o abandono da queima já constitui uma contra-ordenação punível com uma coima de 280 euros.

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