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PS critica aumento de rendas no Mercado Municipal de Braga

Braga

2020-10-31 às 10h14

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Vereador do PS manifestou-se ontem solidário com os comerciantes que denunciam o aumento das rendas no novo mercado municipal. Artur Feio anunciou que vai propor ao executivo municipal um período de carência durante o próximo ano.

Os vereadores do Partido Socialista tencionam levar à próxima reunião do executivo municipal de Braga uma proposta com medidas mitigadoras do aumento do valor das rendas a pagar pelos comerciantes no novo mercado municipal, bem como das novas regras, nomeadamente a extensão do horário.
O anúncio foi feito ontem pelo vereador do PS, Artur Feio, após uma visita ao mercado municipal temporário para ouvir alguns comerciantes, nomeadamente da área do talho, sobre o valor das rendas para o novo mercado que tem abertura prevista para Dezembro.
Foi junto dos talhantes e da zona de padaria que o vereador socialista ouviu mais queixas, apontando o aumento das rendas como a mais grave.

"Estamos a falar de rendas que grosso modo dobram de valor" refere Artur Feio, concretizando que as rendas passam de 200 para 400/500 euros.
O motivo do aumento das rendas - atribuido ao aumento da área - também não colhe junto da oposiçao socialista que dá conta que “as áreas não aumentam significativamente”.
O vereador do PS avança como medida mitigadora um período de carência do valor dos alugueres pelo menos durante o próximo ano.

Referindo-se aos talhos, “estamos a falar de uma área que é muito concorrida, sobretudo pelas médias e grandes superfícies, e do período em que vivemos de enormes dificuldades” e obriga amedidas de excepção, reforça o porta-voz da oposição socialista que lembra a nota nota pública da vereadora da tutela que apontava para a reabertura “apenas com um ligeiro aumento de preços”, o que “criou natural expectativa”.
Artur Feio vai ainda pedir ao executivo que se revejam algumas das regras, sobretudo no que diz respeito à obrigatoriedade da presença física de alguns destes comerciantes e exemplifica com as padarias que fazem outros mercados e que não conseguem cumprir a presença das 7 às 17 horas.
O vereador do PSP denuncia que “a relação do município com os comerciantes tem vindo a degradar-se, ao ponto de haver desistências efectivas”.

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