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Alto Minho

2018-03-19 às 23h51

Redacção

Cerca de 40 pessoas concentraram-se ontem de manhã no adro da igreja de Darque, Viana do Castelo, à hora da missa dominical num protesto silencioso de contestação ao pároco local, queixando-se da falta de apoio de Manuel Pinto.

Cerca de 40 pessoas concentraram-se ontem de manhã no adro da igreja de Darque, Viana do Castelo, à hora da missa dominical num protesto silencioso de contestação ao pároco local, queixando-se da falta de apoio de Manuel Pinto.
Não acusamos o senhor padre de nada, a não ser de falta de apoio para as actividades que o grupo desenvolve. É falta de apoio, literalmente, afirmou Vânia Ferreira, do grupo Sagitta, suspenso desde o último domingo da animação das missas da paróquia. Questionada pelos jornalistas sobre o objectivo da contestação, a jovem que pertence à direcção do grupo constituído há cinco anos e composto por cerca de 13 elementos, disse não ser viável trabalhar com uma pessoa assim. Contactado pela Lusa, o bispo da diocese de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, através do secretariado para a comunicação social, fez saber que não comenta o assunto.

No início de Março, um grupo de cidadãos lançou uma petição pública na internet a pedir o afastamento do pároco face às inúmeras atitudes lamentáveis para com a população daquela freguesia da margem esquerda do rio Lima. A petição foi lançada na sequência de uma denúncia pública feita através das redes sociais, por um jovem da freguesia que lamentou o facto de o pároco ter realizado, conjuntamente, a missa do 7.º dia do falecimento do pai e as celebrações dos 25 anos de casamento de um casal da freguesia, sem que, em ambos os casos, os paroquianos tenham sido informados previamente da situação.
Mário Carvalho, também da direcção do grupo Sagitta, referiu que, em três anos, nunca houve grande interacção com o pároco. Ele nunca se manifestou disponível. Mesmo depois da criação da petição pedimos uma reunião. Não respondeu. Nunca teve grande ligação connosco, afirmou.

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