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Ensino

2022-09-26 às 17h14

Redacção Redacção

Carlos Pazos-Justo é o primeiro presidente da AIEG afeto a uma universidade portuguesa, tal como a maioria dos membros desta direção. O seu cargo reconhece também o trabalho de quase três décadas dos estudos galegos na UMinho. “Tem um significado especial, porque estamos precisamente na eurorregião Galiza/Norte de Portugal e somos uma janela aberta ao mundo galego, com uma forte dinâmica de iniciativas académicas, culturais e sociais, que agora queremos intensificar, alargando a outros âmbitos e geografias”, refere Carlos Pazos-Justo.

Citação

O professor Carlos Pazos-Justo, da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho, é o novo presidente da Associação Internacional de Estudos Galegos (AIEG), a referência da área, que agrega duas centenas de investigadores da Europa e América. A tomada de posse decorreu no XIII Congresso da AIEG, que juntou este fim de semana 120 participantes em Varsóvia, Polónia. No mandato até 2025, a sua equipa quer reforçar o trabalho em rede nos estudos galegos, o diálogo com a lusofonia e realizar pela primeira vez um congresso desta entidade em Portugal – será em 2024, em Braga.

Carlos Pazos-Justo é o primeiro presidente da AIEG afeto a uma universidade portuguesa, tal como a maioria dos membros desta direção. O seu cargo reconhece também o trabalho de quase três décadas dos estudos galegos na UMinho. “Tem um significado especial, porque estamos precisamente na eurorregião Galiza/Norte de Portugal e somos uma janela aberta ao mundo galego, com uma forte dinâmica de iniciativas académicas, culturais e sociais, que agora queremos intensificar, alargando a outros âmbitos e geografias”, refere Carlos Pazos-Justo.

A AIEG surgiu na década de 1980 nos EUA, apostada em afirmar os estudos sobre literatura, história, cultura e língua galegas, a que se têm juntado áreas como tradução, economia ou direito. Este organismo quer promover bolsas científicas, formações, seminários, publicações, parcerias e prémios para as melhores teses da área. O ponto alto tem sido o congresso trienal, que já passou pelos EUA, Reino Unido, Alemanha, Cuba, Espanha, Brasil, Argentina e, agora, Polónia, no qual contou com a presidente do Conselho da Cultura Galega, Rosario Álvarez, e o secretário-geral de Política Linguística da Xunta de Galicia, Valentín García, entre outros. Tem o site oficial aieg.gal.

Nota biográfica

Carlos Pazos-Justo nasceu em Redondela, Galiza, em 1975. É licenciado em Filologia Galega e em Filologia Portuguesa pela Universidade de Santiago de Compostela (USC), mestre em Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa pela UMinho, máster de experto em Cultura Española Contemporánea pela Universidade de Alcalá (Espanha) e doutorado em Ciências da Cultura pela UMinho.

Investiga no âmbito da Rede Galabra e é membro do Centro de Estudos Humanísticos da UMinho. Nesta academia é igualmente coordenador do Centro de Estudos Galegos, professor do Departamento de Estudos Românicos e vice-presidiu a Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas. Foi bolseiro do Instituto Camões, venceu o Prémio Carvalho Calero de Investigação e já publicou uma dezena de livros, como “Galiza e(m) nós” e “Trajectória de Alfredo Guisado e a sua relação com a Galiza”.

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