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Preços dos quartos para estudantes desceu 24,6% no concelho de Braga

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Preços dos quartos para estudantes desceu 24,6% no concelho de Braga

Ensino

2020-07-06 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

Foi na capital minhota onde se registou a maior descida a nível nacional no que se refere ao alojamento privado. O custo médio de um quarto em Braga situa-se nos 223 euros. Em Outubro custava 296.

Desde Outubro de 2019 até ao início do corrente mês o preço médio dos quartos para estudantes em Braga desceu 24,6%, uma das maiores descidas a nível nacional.
Os dados são do Observatório do Alojamento Estudantil e podem ser consultados online desde sábado em www.student.alfredo.pt.
O preço médio dos quartos em Braga rondava os 296 euros, situando-se agora nos 223.
A oferta privada de alojamento para estudantes na capital do Minho conta com 296 quartos.

Em Barcelos, o preço médio entre os 40 quatros disponíveis é de 195 euros. Já em Guimarães o preço médio sobe para os 215 euros entre as 61 ofertas disponíveis.
Na capital do Alto Minho, o preço médio dos 32 quartos que constam na plataforma é de 196 euros.
O Observatório do Alojamento Estudantil é uma nova ferramenta disponibilizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que permite auxiliar os estudantes do ensino superior na procura de alojamento. Através desta plataforma as famílias passam a dispor, em tempo real, de informação validada sobre a oferta de alojamento disponível em cada concelho, incluindo aqueles em que a pressão imobiliária mais se faz sentir, sendo monotorizados mensalmente cerca de 150 mil anúncios.

A análise da oferta privada de alojamento é feita através da recolha de fontes públicas de informação, tais como portais imobiliários e de agências do sector, num total de mais de 20 plataformas distintas. O tratamento da informação baseia-se na recolha, diária, da oferta de alojamento privado, que se traduz neste momento em 13 541 quartos, distribuídos por 163 concelhos e 452 freguesias. Para complementar a análise da oferta privada, é também apresentada a rede de residências públicas de estudantes, que engloba mais de 15 mil camas.

A tutela informa que estão a ser planeadas várias acções, para que cada estudante disponha, em tempo real, de informação validada sobre a oferta de alojamento disponível em cada concelho. Está ainda prevista a introdução de novas funcionalidades no Observatório do Alojamento, nomeadamente a especificação da tipologia dos quartos disponíveis, aprofundamento da caracterização do alojamento e disponibilidade em tempo real de vagas nas residências públicas.
Assim, segundo o ministério, este novo instrumento servirá para apoiar os estudantes deslocados e suas famílias na procura de alojamento já no próximo ano lectivo de 2020/2021, com início das aulas presenciais em Setembro, nomeadamente promovendo a transparência do merca- do, numa perspectiva de regulação informal que decorre exactamente da sua utilização.

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