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Ponte de Lima: Falta de gás afecta refeições de 240 alunos do Centro Educativo da Facha
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Ponte de Lima: Falta de gás afecta refeições de 240 alunos do Centro Educativo da Facha

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As Nossas Escolas

2017-11-12 às 12h32

Redacção

O Centro Educativo da Facha, em Ponte de Lima ficou sem gás, na quarta-feira, pelas 11.30 horas, o que condicionou a confecção do almoço dos 240 alunos, situação resolvida ontem, disse a presidente da associação de pais. “O camião da empresa fornecedora do gás chegou, ontem, cerca das 10.30 horas, para reabastecer os depósitos, mas não vamos poder utilizar esse gás para a confecção do almoço, porque os níveis dos depósitos ficaram tão baixos que o produto vai ter de assentar. Em alternativa, a câmara de Ponte de Lima instalou duas botijas de gás para podermos preparar a refeição das crianças”, afirmou Paula Araújo.

O centro escolar da Facha, em Ponte de Lima ficou sem gás, na quarta-feira, pelas 11.30 horas, o que condicionou a confecção do almoço dos 240 alunos, situação resolvida ontem, disse a presidente da associação de pais.
“O camião da empresa fornecedora do gás chegou, ontem, cerca das 10.30 horas, para reabastecer os depósitos, mas não vamos poder utilizar esse gás para a confecção do almoço, porque os níveis dos depósitos ficaram tão baixos que o produto vai ter de assentar. Em alternativa, a câmara de Ponte de Lima instalou duas botijas de gás para podermos preparar a refeição das crianças”, afirmou Paula Araújo.

A presidente da Associação de Pais do Centro Educativo da Facha, com 240 crianças do jardim-de- -infância e do primeiro ciclo de ensino básico, com idades entre os três e os dez anos, contou que, na quarta-feira, “as crianças ficaram com fome porque a falta de gás não permitiu confeccionar a refeição completa”.

“Comeram a sopa e a carne cozida porque já não houve gás para confeccionar o acompanhamento. Os pais ficaram desagradados com a situação que, em nove anos de existência do centro escolar, é a primeira vez que acontece”, disse Paula Ribeiro.
A presidente da associação de pais, entidade responsável pelo funcionamento da cantina escolar, não soube esclarecer as razões da falta de reabastecimento dos depósitos por parte da Petrogal, adiantando que, “tecnicamente, a empresa tem forma de monitorizar os níveis de gás”.

Contactado pela Lusa, o vereador da Educação da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Paulo Sousa, afirmou que o município “vai questionar a empresa das razões da falha no abastecimento de gás propano a granel”, indicando que “em 2016 a mesma falha afectou outro centro escolar do concelho”. “Há um incumprimento do contrato estabelecido entre a câmara municipal e a Petrogal. Está no contrato que a aferição do nível de combustível é da responsabilidade da empresa, a qual deve abastecer o depósito. Vamos questionar a empresa sobre as razões que terão estado na origem desta situação”, afirmou, lamentando os “incómodos causados”.
“Felizmente, o problema está ultrapassado”, disse.

Fonte da empresa disse que “houve uma falha logística cujos motivos estão a ser apurados para evitar que casos semelhantes se venham a repetir”.
A mesma fonte referiu ainda que o fornecimento de gás foi reposto ontem de manhã.

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