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Ponte da Barca: Desenvolvimento económico é prioridade de Augusto Marinho
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Ponte da Barca: Desenvolvimento económico é prioridade de Augusto Marinho

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Alto Minho

2017-10-13 às 14h35

Redacção

O presidente eleito da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Augusto Marinho, elegeu ontem o desenvolvimento económico do concelho como a prioridade do seu primeiro mandato autárquico, após a vitória nas eleições de 1 de Outubro. “A prioridade deste mandato será, sem dúvida, o desenvolvimento económico. Necessitamos de criar riqueza, de fixar população e isso faz-se criando emprego, dando condições às pessoas para que elas, efectivamente, consigam fixar-se no nosso concelho”, afirmou o novo autarca daquele concelho do distrito de Viana do Castelo.

O presidente eleito da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Augusto Marinho, elegeu ontem o desenvolvimento económico do concelho como a prioridade do seu primeiro mandato autárquico, após a vitória nas eleições de 1 de Outubro.
“A prioridade deste mandato será, sem dúvida, o desenvolvimento económico. Necessitamos de criar riqueza, de fixar população e isso faz-se criando emprego, dando condições às pessoas para que elas, efectivamente, consigam fixar-se no nosso concelho”, afirmou o novo autarca daquele concelho do distrito de Viana do Castelo.

Outra das medidas avançadas por Augusto Marinho, que vai tomar posse domingo, às 15 horas, no Jardim dos Poetas, passa por “desafiar os emigrantes a investirem em Ponte da Barca”.
Com 42 anos, Augusto Marinho foi, entre 2009 e 2013, vereador do PSD naquela autarquia e integra, no mandato au- tárquico que agora termina, a bancada da oposição como independente. Nas autárquicas de 1 de Outubro concorreu pelo PSD.

De acordo com os dados da Direção-Geral de Administração Interna (DGAI), em Ponte de Barca, único concelho do Alto Minho em que houve mudança de liderança, Augusto Marinho, reconquistou o município perdido pelo partido, em 2005, alcançando 54,15 por cento dos votos, contra os 40,14 por cento do candidato do PS, Inocêncio Araújo.
O novo autarca social-democrata, economista de formação, fica a liderar a autarquia com maioria absoluta, já que elegeu quatro mandatos num total de sete. Já o PS ficou com três lugares na vereação.

“De facto, os resultados são muito expressivos. Catorze pontos percentuais marcam a diferente entre o PSD e o PS. Esta votação, que eu chamaria histórica, reflete uma vontade de mudança de política. As pessoas sentem dificuldades e sentem que os seus problemas não estavam a ser resolvidos”, disse o também auditor de Defesa Nacional, especializado em Políticas Públicas.
Para Augusto Marinho, o último mandato do socialista Vassalo Abreu “desiludiu toda a gente”.

“As pessoas foram votar e quiseram manifestar, de forma inequívoca, a necessidade de uma mudança. Essa mudança, também por ser tão expressiva, traduz-se numa responsabilidade acrescida para o executivo que irei liderar com muito trabalho, dedicação e respeito pelas instituições, auscultando, permanentemente, as pessoas”, sustentou o presidente eleito.
O quadro superior do Ministério da Administração Interna adiantou que “assim que entrar na câmara municipal” irá realizar “um estudo muito exaustivo à organização da câmara e aos ‘dossiês’ que estão em cima da mesa”.

“Conheço muitos dos dossiês porque sou vereador na oposição, mas agora as responsabilidades são acrescidas. Para boas decisões é necessário estudar bem os processos”, referiu, afirmando que uma das primeiras medidas que tomará prende-se “com a organização da própria câmara e com a questão financeira”.

Para além disso, é preciso “reequilibrar as contas do município para ganhar capacidade para agir”, afirmou o autarca, apontando ainda como “preocupações muitos fortes” as redes de abastecimento e de saneamento básico. “São infraestruturas importantíssimas. Temos que fazer investimentos estruturantes a este nível”, disse ainda o presidente eleito.

Além de economista, Augusto Marinho é auditor de Defesa Nacional, especializado em Políticas Públicas.
O presidente eleito de Ponte da Barca iniciou o seu percurso profissional como oficial da Marinha de Guerra Portuguesa, tendo também exercido funções de docente do ensino superior nas disciplinas de Economia Monetária, Controlo de Gestão e Economia Monetária e Financeira.

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