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Casos do Dia

2024-02-11 às 09h00

Miguel Viana Miguel Viana

Protesto na Arcada juntou também guardas prisionais. População foi sensibilizada para a degradação das condições sócio-profissionais.

Citação

Cerca de 150 pessoas, muitas delas agentes da PSP, militares da GNR e guardas prisionais, juntaram-se ontem numa acção de protesto na Arcada.
O protesto, que surgiu de forma espontânea, pretendeu sensibilizar a comunidade para a degradação das condições sócio- profissionais da PSP, da GNR e dos guardas prisionais. “As nossas condições sócio-profissionais estão-se a deteriorar. A prova disso é a falta de atractividade da carreira policial. Não há candidatos suficientes para as vagas que vão abrindo”, disse Rui Moreira, um dos agentes da PSP que aderiu ao protesto.
Os polícias e guardas manifestaram-se ainda contra a degradação das condições salariais. “Isto é o culminar do desgaste em que os profissinais têm sido votados. Vamos parar quando o poder político olhar para nós seriamente e remodelar todo o sistema sócio-profissional das forças de segurança. Não falamos apenas do suplemento de missão, mas também do salário base, dos suplementos que não são actualizados há vários anos”, indicou Rui Moreira.
O agente da PSP revelou ainda que no Comando Distrital de Braga, qualquer evento que seja realizado na cidade, implica que “muitos dos agentes fiquem sem as respectivas folgas. Acontece, por exemplo, na Noite Branca, na Braga Romana ou até mesmo na Rampa da Falperra”. A plataforma dos sindicatos da Polícia e da GNR têm já agendadas novas formas de luta, que não passam pelo boicote às eleições legislativas de 10 de Março. “Não é postura dos polícias boicotarem actos eleitorais. Fizeram uma interpretação muito abrangente do representante sindical que prestou essas declarações. Não façam dos polícias as pessoas irreflectidas que eles não são. Os polícias fazem parte da sociedade”, destacou Rui Moreira.

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