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Braga, sábado

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Época histórica leva CDCR Tebosa à I Divisão Nacional
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Época histórica  leva CDCR Tebosa  à I Divisão Nacional

Desporto

2021-06-16 às 11h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

CDCR Tebosa festejou a subida histórica à I Divisão Nacional de Futsal Feminino. Equipa bracarense orientada por Rui Cunha vai agora disputar o título de campeão da II Divisão diante do Feijó. Primeiro duelo é no sábado.

É uma época histórica, que pode ainda fechar com chave de ouro, depois de já conquistada a subida de divisão. O Clube Desportivo Cultural e Recreativo de Tebosa garantiu a subida à I Divisão Nacional de Futsal Feminino, feito histórico para a equipa bracarense que chega, pela primeira vez, ao escalão máximo nacional.
Depois de vários anos a morrer na praia - com especial destaque para a época 2017/18 onde acabou com os mesmos pontos do Ourentã e do Lusitânia de Lourosa, terminando na segunda posição do grupo pela diferença de golos - este ano, a subida não escapou e a equipa orientada por Rui Cunha vai agora lutar pela conquista do título de campeão da II Divisão, frente ao Futsal Feijó. A época desportiva do Tebosa esteve em debate no Fórum Desporto da Rádio Antena Minho, onde o presidente Jorge Vilaça elogiou o trajecto da equipa e o trabalho fantástico de uma temporada atípica.
“É um feito histórico, é o topo mais alto onde o clube alguma vez esteve. Sinceramente, ainda andamos nas nuvens, ainda nem acreditamos na realidade que aconteceu mesmo, também ainda não tivemos tempo para pensar nisso, porque ainda temos dois jogos muito importantes antes de terminar a época e, aí sim, seria o coroar de uma época fantástica. Ficámos em primeiro lugar do grupo, subimos à I Divisão e vamos disputar o título com o Feijó, a duas mãos, o sorteio ditou que o primeiro jogo fosse em casa e, no sábado, recebemos o campeão da Zona Sul”, referiu o dirigente, ambicioso quanto ao objectivo.
“Gostávamos de conquistar o título. Queríamos fechar em beleza a época, só nos falta colocar a cereja no topo do bolo. Foi um ano atípico, mas conseguimos ser campeões distritais, depois lutámos no apuramento da Taça Nacional para subir à II Divisão, conseguimos, ganhámos o grupo, subimos à I Divisão e agora temos a possibilidade de fechar com chave de ouro com a conquista do título de campeão nacional. Era a cereja no topo”, sublinhou o presidente, enaltecendo as mudanças competitivas introduzidas este ano.
“Foi a primeira vez que foi feito este campeonato intermédio, há dois anos, o campeão distrital disputava a Taça Nacional e, se conseguisse, subia à I Divisão, era uma diferença muito grande. Foi criada esta II Divisão, que, na minha perspectiva, é muito bom, porque as equipas que saem do distrital têm hipótese de se reforçar e lutarem depois pela subida. É mais justo, sem dúvida, porque nós andámos há quatro anos a morrer na praia. Há quatro anos que ganhámos o campeonato distrital de Braga e andámos todos os anos quase a conseguir, por exemplo, há dois anos, foi por um golo que subimos. E agora, este ano, foi um campeonato e lutámos com outras armas, conseguindo desta vez a subida”, frisou.
Jorge Vilaça lembrou que, nos últimos anos, houve “coisas que não correram bem”, a juntar à infelicidade da “diferença de um golo que fez com que não subíssemos”, por isso, “este ano, reforçámo-nos mais para conseguir os objectivos”: “sabíamos que ia existir a II Divisão e teríamos de ter um grupo muito mais competitivo, porque não seriam apenas quatro jogos, fizemos dez, e tudo correu bem”.

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