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PNPG pode voltar a ter director executivo

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PNPG pode voltar a ter director executivo

Cávado

2023-10-07 às 09h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas antecipou ontem, no Gerês, a recuperação do cargo de director executivo Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Citação

O secretário de Estado de Conservação da Natureza e Florestas,?João Paulo Catarino, manifestou ontem, em Terras de Bouro, a abertura política do Governo para o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) voltar a ter um director.
O governante relevou, na cerimónia de assinatura de protocolos com as câmaras municipais de Terras de Bouro, Arcos de Valdevez e Ponte da da Barca, a aprovação, recentemente, pela Assembleia da República, de um projecto de resolução que aponta para a designação de um director executivo no PNPG.
O projecto de resolução, da autoria de deputados social-democratas e que foi aprovado por unanimidade, recomenda ao Governo que sejam assegurados à Comissão de Cogestão do PNPG “os recursos necessários ao cumprimento da sua missão legal, podendo ser designado um director executivo para reforçar o nível de intervenção“.
Ontem, o secretário de Estado apontou o entendimento sobre esta matéria entre PS?e PSD, adiantando que, com a alteração da Lei Orgânica do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), será possível que algumas áreas protegidas tenham um director designado, sendo que, nesse caso, o PNPG, pela sua relevância, “faz todo o sentido” vir a ter esse cargo na sua estrutura orgânica.
João Paulo Catarino referiu que a Comissão de Cogestão do PNPG “terá de ser ouvida” na futura nomeação do director executivo.
Na deslocação ao Centro de Educação Ambiental do Vidoeiro, na vila do Gerês, o secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas elogiou o trabalho da Comissão de Cogestão do PNPG, reconhecendo que o plano de acção elaborado para os próximos anos “precisa de ser melhorado”.
O modelo de cogestão ensaiado no PNPG e noutras áreas protegidas “é para continuar”, defendeu o governante.
Sublinhou que, no caso do único parque nacional português, a cogestão, que agrega autarquias, representantes de organismos estatais, de baldios e de organizações não governamentais, “resolveu problemas estruturais com 50 anos”.

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