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Vale do Ave

2020-07-09 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Com um site na Internet mais fácil de ser usado, a plataforma ‘MinhoCovid19’, liderada pela Associação Académica da UMinho, promete responder agora aos desafios sociais causados pela doença.

É a olhar para a criação de um banco de voluntariado que o movimento MinhoCovid-19 acabou de relançar a sua plataforma online (www.minhocovid19.com). Desde que foi criada no início da pandemia, a plataforma, com sede em Guimarães, já apoiou mais de 60 entidades, entre hospitais e instituições sociais com a doação de milhares de artigos de apoio à prevenção e combate à doença pandémica. Agora quer também responder aos “desafios sociais” provocados pela pandemia.
Rui Oliveira, presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), a entidade que lidera o projecto com o apoio de outros parceiros, diz que o novo site foi “optimizado e é mais fácil de ser usado” por todos os que querem doar material e equipamentos de prevenção e combate à Covid, entre outros apoios, e por todos aqueles que necessitam desse apoio.
“A plataforma foi melhorada com o objectivo de facilitar ainda mais a comunicação entre quem precisa de ajuda e quem pode ajudar”, sublinha Rui Oliveira, indicando que, neste momento, o projecto, suportado pela ‘mão’ de uma equipa de jo- vens voluntários, já está a rumar para o apoio social directo através da doação de bens alimentares a quem mais precisa.
Refira-se que a plataforma ‘MinhoCovid19’ é liderada pela AAUM, em conjunto com a PNECommerce, a Ca?mara Municipal de Guimara?es e várias empresas da região do Minho que ao longo dos últimos meses foram fazendo chegar material diverso para ser doado.
“Neste momento continuamos a apoiar várias entidades com o material que dispomos, nomeadamente para a prevenção do contágio da Covid-19, como viseiras, por exemplo, que ainda dispomos no nosso stock; mas na verdade precisamos de mais materiais porque os pedidos de ajuda, sobretudo da parte de instituições sociais, não páram de chegar”, disse Rui Oliveira, sensibilizando as empresas que puderem a contribuir, tal como fizeram até aqui.
A palataforma recebeu também um apoio financeiro extraordinário, no valor de 2000 euros, atribuído pelo ‘Santander UNI.Covid19’, que o presidente da AAUM diz ter sido usado para combater a escassez de recursos e garantir a entrega dos bens doados.

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