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Braga

2019-08-25 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Walkshop desafiou ontem os bracarenses a reflectir e a partilhar opiniões sobre Braga para lá do horizonte 2030, no contexto de preparação da candidatura a capital europeia da cultura, seguindo o trilho dos beneditinos no Couto de Tibães.

A caminhada para a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura (CEC) 2027 já começou e arrancou com a auscultação dos bracarenses, mas o objectivo está mais além, em 2030, desafiando os cidadãos a pensar a cidade.
“Esta reflexão não pode acontecer apenas por parte da equipa que tem a tarefa de preparar o dossiê da candidatura ou por opções políticas, deve traduzir preocupações e anseios de toda a população deste território, seja a que nele habita, a que o visita ou que nele reside temporariamente” explicou ontem a coordenadora da iniciativa Braga Cultura 2030, Joana Meneses Fernandes, aos participantes do ‘walkshop’ que marcou o início desta auscultação pública que tem o mote ‘Vamos falar’.
O objectivo é que “estas conversas, esta partilha de informação e estas reflexões sejam transpostas para a estratégia cultural que estamos a desenhar e que será apresentada no início do próximo ano, apontou Joana Meneses Fernandes, revelando que, só depois, a equipa começará a trabalhar na candidatura que é assumida como “um momento” da estratégia cultural para a cidade.
“Mesmo que a candidatura não seja bem sucedida este trabalho continua a ser válido” reforça a coordenadora de Braga Cultura 2030.
Algumas dezenas de cidadãos fizeram ontem questão de dar o seu contributo ao participarem no ‘walkshop’ que percorreu diferentes pontos do antigo Couto de Tibães, onde os monges beneditinos ergueram a sua casa-mãe, e que deu, também, a conhecer alguma da sua história.
Em cinco etapas e no meio da caminhada, os participantes, bracarenses, uns nascidos, outros adoptados, incluindo alguns de nacionalidade brasileira, foram desafiados a “falar” sobre identidade, património, ambiente, Europa, mas acabaram por falar de muitos outros temas que concorrem para a cultura, que se faz e que se quer, e para pensar a cidade.

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