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PCP pede “outras vacinas” de combate à Covid-19

Braga

2021-04-08 às 17h30

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

O PCP saiu ontem à rua para esclarecer os bracarenses sobre a importância do governo adquirir outras vacinas e acelerar a vacinação.

O Partido Comunista Português (PCP) leva hoje à Assembleia da República um projecto de resolução que recomenda ao governo que tome diligências enquanto “Estado soberano” para diversificar a aquisição de vacinas autorizadas, reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde, a fim de “acelerar” o processo de vacinação, que está já “muito atrasado”. Foi esta mensagem que, ontem, elementos da Comissão Concelhia de Braga do PCP levaram também aos bracarenses numa acção de esclarecimento de rua.

Bárbara Barros, deputada municipal do PCP, participou nesta acção de mobilização dos bracarenses e destacou a importância de Portugal acelerar o processo de vacinação o mais rapidamente possível, a fim de evitar, a todo o custo, uma quarta vaga pandémica de Covid-19, considerando que a economia, sobretudo a bracarense, já sofreu graves danos.

“A vacinação é a mais útil e a mais eficaz e será provavelmente o caminho que precisamos de aprofundar e de acelerar para garantir a imunidade de grupo e para garantir que as pessoas possam ter o mais rapidamente possível a normalidade das suas vidas”, apontou a responsável.

“Este ano de pandemia já contou com vários confinamentos e desconfinamentos e demasiados estados de emergência que o PCP tem rejeitado por entender que não responde às necessidades do país no combate à pandemia.
Imensas empresas fecharam, muitos despedimentos e o acentuar da precariedade, são problemas que serão ainda mais agravados daqui para a frente, por isso, defendemos que no Plano de Vacinação, Portugal, em articulação com o Infarmed, utilize, a sua soberania para poder decidir que vacinas encomendar e não ficar refém das duas vacinas que hoje estão a ser administradas”, sublinhou Bárbara Barros, defendo que o governo recorra à aquisição de outras vacinas para acelerar o processo de vacinação e não ficar dependente do mercado europeu.

“Precisamos de cuidar da saúde dos portugueses. Não podemos ficar reféns de uma lógica de mercado que acaba por se impor à saúde”, advertiu.

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