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Desporto

2018-01-04 às 06h00

Carlos Costinha Sousa

Num jogo muito difícil, a inspiração que veio do banco permitiu ao Sporting Clube de Braga garantir o regresso às vitórias, com a conquista do triunfo no Estádio do Bessa por 3-1. Foi um duelo de duas caras por parte dos Guerreiros do Minho, mas também de azar e sorte já que conseguiram colocar-se na frente do marcador cedo na partida - logo aos 14 minutos -, permitiram o empate, viram um jogador lesionar-se e outro expulso e deram a volta ao marcador assegurando os três pontos em disputa.

Num jogo muito difícil, a inspiração que veio do banco permitiu ao Sporting Clube de Braga garantir o regresso às vitórias, com a conquista do triunfo no Estádio do Bessa por 3-1. Foi um duelo de duas caras por parte dos Guerreiros do Minho, mas também de azar e sorte já que conseguiram colocar-se na frente do marcador cedo na partida - logo aos 14 minutos -, permitiram o empate, viram um jogador lesionar-se e outro expulso e deram a volta ao marcador assegurando os três pontos em disputa.

Muitas incidências numa partida que prometia emoções e que as teve, dando à jornada 16 do campeonato um bom jogo de futebol e um colorido diferente, também por força dos muitos cartões exibidos pelo árbitro Jorge Sousa (ao todo foram mostrados dez cartões amarelos e dois vermelhos) e pelas intervenções do video árbitro.

Analisando os lances do jogo, os bracarenses entraram fortes na partida e conseguiram colocar-se em vantagem no marcador logo aos 14 minutos, com um golo pleno de oportunidade apontado por Danilo que, de cabeça, deu o melhor seguimento ao pontapé de canto apontado por Jefferson.
Estava feito o primeiro, mas o golo marcado, em vez de catapultar os arsenalistas para uma exibição mais tranquila, teve o efeito contrário, levando o SC Braga a remeter-se um pouco mais à defesa, dando mais iniciativa de jogo ao Boavista.

Mas, apesar de alguma superioridade, pelo menos nas iniciativas atacantes, por parte dos da casa, até ao intervalo o resultado não sofreu mais alterações que, no entanto, aconteceram no onze inicial do SC Braga: aos 17 minutos, Ricardo Ferreira lesionou-se quando cortou uma bola na área e teve que ser substituído por Raul Silva. Esta nova lesão do central arsenalista pode levá-lo a falhar o próximo duelo, com o Rio Ave. Quem vai certamente falhar esse jogo é Raul Silva, que viu dois cartões amarelos, aos 27 e 59 minutos, e foi expulso do jogo, e também Ricardo Esgaio, amarelado aos 68 minutos e que também vai falhar o duelo com os vilacondenses.

No segundo tempo, o Boavista entrou mais forte e conseguiu chegar ao golo do empate aos 51 minutos, por intermédio de Kuca, que surgiu na área bracarense com um remate cruzado que não deu hipóteses a Matheus.
O guarda-redes do SC Braga esteve em evidência pouco depois, pela negativa e pela positiva: aos 65 minutos, após um livre directo, Matheus carregou David Simão na área. O árbitro Jorge Sousa nada assinalou, mas o VAR mudou essa decisão, assinalando penálti. No duelo com Fábio Espinho, Matheus foi mais forte e evitou a vantagem do Boavista no marcador.

Pouco depois, do banco surgiram duas apostas de Abel Ferreira ao mesmo tempo: Paulinho e André Horta entraram para tentar resolver o jogo e foi o que fizeram. O avançado barcelense aproveitou bem um lance confuso na área do Boavista para colocar novamente os bracarenses em vantagem, aos 79 minutos, para nove minutos depois, num excelente trabalho individual, André Horta marcar um golaço e fixar o resultado final em 3-1.

Abel Ferreira: “Nova demonstração de força e união”

No final da partida, Abel mostrava-se muito satisfeito pela resposta dada pela sua equipa, que conquistou mais uma importante vitória na luta pelo quarto lugar. “Entrámos muito bem no jogo. Depois temos duas caras, antes do golo e depois do golo, em que não fomos capazes de continuar a mostrar a nossa identidade, também fruto dos últimos resultados, que deixaram marcas mentais. Depois de marcar, passámos a querer só defender o resultado e não com bola”.

Para Abel Ferreira, o “Boavista é uma equipa muito bem organizada, que nos criou grandes dificuldades. Todas as equipas têm tido grandes dificuldades aqui. Tivemos também a felicidade de o Matheus defender o pénalti. Tivemos estrelinha e no final, em transição, conseguimos matar o jogo. O Paulinho deu-nos segurança e suporte para nos deixar sair em segundas bolas. Fomos felizes, mas também demos aqui, mais uma vez, uma nova demonstração de força e união. Atitude, união, crença e espírito guerreiro desta equipa e destes adeptos”.

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