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Passeio e compras levam muitos ao centro de Braga

Braga

2020-11-22 às 07h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Até as 13 horas de ontem, muitas famílias usufruíram o bom tempo para passear os filhos pequenos pelas ruas do centro da cidade. Mas muitos bracarenses também já aproveitaram para fazer algumas compras para o Natal.

Tal como no passado fim-de-semana o cenário repetiu-se ontem de manhã pelas ruas do centro da cidade de Braga. O bom tempo ‘chamou’ muitos à cidade. Uns apenas para passear com os filhos mais novos, outros para aproveitar uma esplanada e ainda alguns para fazer compras já a pensar no Natal. Tudo até às 13 horas.
O ambiente das ruas já ‘cheira’ a Natal e foram muitos aqueles que passavam carregados de sacos. Uns aproveitaram as promoções em algumas lojas e outros começaram já a comprar os presentes para oferecer no Natal.
Joana Ferreira seguia na Rua do Souto com uma amiga. As duas estavam com algumas sacas nas mãos. “Aproveitámos esta manhã de sol para comprar já alguns presentes de Natal. Não sabemos o que vai acontecer daqui para a frente e mais vale prevenir”, justificou a jovem bracarense, admitindo que as restrições impostas pelo Governo “fazem todo o sentido”. Joana Ferreira foi mais longe: “a responsabilidade é de cada um e todos tempos que cumprir as regras para diminuir o contágio”.
Mais à frente o Correio do Minho falou com o casal, Conceição Oliveira e António Ferreira, que todos os fins-de-semana aproveita para passear pelas ruas da cidade.
“Se os supermercados e os restaurantes estivessem abertos todo o dia acho que acabava por ajudar, porque as pessoas andavam mais dispersas. Assim, anda mais gente nas ruas e nas lojas, porque só o podemos fazer até às 13 horas”, justificou Conceição Oliveira, que ia tentar buscar o almoço ao restaurante para comer em casa.
“Temos por hábito almoçar fora ao fim-de-semana e assim não é possível. É muito cedo e não faz sentido”, lamentou a bracarense, garantindo que ia passar a tarde de ontem e de hoje em casa com o marido.
Susana Veloso já é uma cara conhecida do centro da cidade. Vendedora de castanhas há 13 anos, Susana Veloso lamentou que o negócio estava “muito fraco”. A semana passada o tempo não ajudou, mas ontem de manhã o sol chamou mais pessoas à rua. Mas o certo é que durante a tarde “é sempre melhor” para o negócio”. Para a vendedora de castanhas, as restrições do Governo “não fazem muito sentido”, já que ao limitar os horários acaba por provocar “mais ajuntamentos”. “Nunca pensei passar por isto e as tardes fazem-me muita falta para fazer negócio”, confidenciou.
Armanda Carvalho também andava a passear com o filho Martim pelas ruas do centro. A bracarense já tem por hábito passear com o filho ao sábado de manhã. “O meu marido trabalha aos fins-de-semana e, por isso, já estamos habituados a ficar por casa. Mesmo assim aproveitamos sempre a manhã de sábado para passear um bocadinho”, contou Armanda Carvalho, admitindo que estas medidas não a “atrapalham”.

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