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Braga

2021-04-12 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

Secretário concelhio quer que Hugo Pires tome posição pública sobre afirmações do coordenador sobre Mesquita Machado.

O secretariado concelhio do PS de Braga classifica de “absolutamente incompreensíveis e inaceitáveis” as declarações proferidas pelo Coordenador do Pro- grama Eleitoral da Candidatura do PS à câmara de Braga, Adolfo Macedo - conhecido pelo nome artístico de Adolfo Luxúria Canibal - sobre a política de Mesquita Machado que presidiu à autarquia durante 37 anos.
Em declarações à Agência Lusa, o coordenador da candidatura do PS de Braga lembrou o percurso de “forte crítica” à política ao ex-presidente, justificando que apesar de Hugo Pires, candidato indigitado pela Direcção Nacional do PS, ter sido vereador de Mesquita Machado, a sua candidatura quer “romper com esse passado” e que a prova disso mesmo “é a falta de apoio do PS local, que continua a ser controlado por Mesquita Machado”.

Numa nota enviada à comunicação social - a mesma que foi dirigida aos militantes - o secretariado concelhio começa por garantir que contribuirá, “de forma empenhada e disponível” para o melhor resultado possível nas eleições autárquicas e que se revê “num passado prestigiante” que, sob a liderança de Mesquita Machado, projectou e afirmou Braga como a terceira cidade do país.

“Quem conhecia o concelho e a cidade em meados dos anos setenta, antes e logo após a revolução, só por manifesta desonestidade intelectual, pode atacar o contributo do PS no superior progresso do nosso concelho que, em 2013, liderava vários índices nacionais de desenvolvimento humano, económico e social”, refere o secretariado na referida nota, acrescentando que como é natural em qualquer liderança de quatro décadas, “teve opções e concretizações menos conseguidas”, na certeza de que “nas contas do deve e do haver, o legado do Partido Socialista é um legado positivo e que nos enche de orgulho”.

Assim, diz a concelhia, considerar a candidatura “liderada pelo candidato indicado pela Direcção Nacional de ruptura com o Mesquitismo e de apelidar o passado do PS no concelho de ‘horrível’ é, por um lado, contrariar o espírito da unidade que se diz querer construir e, também uma inaceitável ofensa e desrespeito à família socialista que este secretariado repudia e rejeita de forma veemente”, acrescentando que “o anarquista” Adolfo Luxúria Canibal integrou, várias vezes, Comissões de Honra de Candidaturas de Mesquita Machado a presidente da câmara.

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