Correio do Minho

Braga, quinta-feira

- +
Participantes movidos pelo convívio
Famalicão: Projecto ‘Mais e Melhores Anos ‘ promovido em Itália

Participantes movidos pelo convívio

Esposende: Alargamento de cemitério e zona de lazer são prioridades

Participantes movidos pelo convívio

Braga

2023-10-01 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Escadórios da Humanidade é uma prova de competição, mas em que os participantes garantem ser “uma competição saudável”. Mais do que ganhar, destacam que o importante é participar e desfrutar do ambiente de convívio.

Citação

A quinta edição dos ‘Escadórios da Humanidade’ ficou marcada pela elevada de adesão de bombeiros oriundos de todo o país, mas também do estrangeiro. Mais do que a prova em si, é sobretudo o convívio e o espírito que se vive nesta iniciativa que motiva a participação num evento como este.
Os Bombeiros Voluntários de Serpins, zona de Coimbra, estrearam-se nesta prova. Trouxeram dez elementos até Braga e mostravam-se todos entusiasmados “com o desafio que é subir” os escadórios que são Património da Humanidade. Cristina Colaço, subchefe da corporação, referiu que não era a classificação final que motivava a participação, porque “o importante é concluir a prova e desfrutar do ambiente de convívio que caracteriza este tipo de provas”.

Precisamente a conviver, enquanto aguardavam na fila pela vez para subir os escadórios, encontramos um grupo dos Bombeiros Voluntários de Famalicão e o grupo dos dos Bombeiros Voluntários de Lousada.
Ilídio Rodrigues, subchefe dos Bombeiros de Famalicão, contou que a corporação trouxe para Braga cerca de 30 elementos, dos quais duas dezenas para competir. Dividiram-se em três equipas para subir os escadórios. “Já é habitual participarmos nesta prova e viemos pela espírito da prova, pelo convívio e a camaradagem”, referiu.
Ilídio Rodrigues revelou que no seu caso esta foi a primeira participação na prova e no final confirmou-nos que “é duro”, considerando que “o mais complicado” para ele “são os primeiros degraus” e que ontem o calor era intenso o que não dificultava a vida a quem subiu os 566 degraus com trinta quilos de equipamento.

Já Rita Correia, dos Bombeiros de Lousada, veio repetir a experiência do ano passado e esperava melhorar o seu tempo. “Gosto destes desafios”, referiu, contando que também participou na subida do Quebra Costas, em Coimbra, prova que considera “mais dura” do que esta no Bom Jesus.
De Lousada vieram dez bombeiros, que depois da prova ficram no Bom Jesus para participar na Bênção Nacional dos Capacetes de Bombeiros.

Enquanto centenas de bombeiros aguardavam na fila a vez para realizar a prova, os bombeiros dos Voluntários de Carcavelos - São Domingos de Rana aproveitavam para “não cansar”, esperando à sombra que fila ficasse mais curta. Chegaram a Braga no sábado e pernoitaram no Regimento de Cavalaria 6, juntamente com outras corporações. Já é habitual esta companhia participar nesta prova, mas este ano a maioria dos oito participantes ia fazer a sua estreia. A bombeira Liliana Rodrigues referiu que vieram a Braga “pela dinâmica e o espírito de uma prova que é uma competição saudável entre voluntários, profissionais e sapadores”.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login Seta perfil

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a Seta menu

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho