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Pandemia chegou há um ano e “travou a fundo” o desenvolvimento de Braga
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Pandemia chegou há um ano e “travou a fundo” o desenvolvimento de Braga

Município continua a ‘valorizar o património’

Pandemia chegou há um ano e “travou  a fundo” o desenvolvimento de Braga

Braga

2021-03-02 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Faz hoje uma ano que foi confirmado o primeiro caso de Covid-19 em Portugal. A pandemia instalou-se e teve impacto na vida de todos. No concelho de Braga representou “um travão a fundo” no desenvolvimento que vinha a registar-se nos últimos anos.

“Este foi um ano de travão a fundo no ritmo de desenvolvimento do concelho de Braga nas suas várias frentes”, constata Ricardo Rio no balanço de um ano da confirmação do primeiro caso de Covid-19 em Portugal.
Um ano depois, a pandemia dá sinais de desagravamento, mas todos sabemos que “a situação nem de longe, nem de perto está resolvida”, alerta o presidente da Câmara, em declarações ao ‘Correio do Minho’.
Ricardo Rio recorda que, antes da Covid-19, Braga vivia um momento pujante em todas as frentes, nomeadamente a nível económico, social, cultural e de atracção turística.
“A pandemia travou toda essa dinâmica que Braga vinha a ganhar ao longo dos últimos anos”, lamenta Rio, identificando que esse travão acabou por se materializar em “muitas dificuldades” para ao tecido empresarial, no aumento do desemprego e no aumento das dificuldades sociais.
Também para o próprio Município a pandemia trouxe um agravamento das contas e a factura da Covid-19 já estará entre os quatro e os cinco milhões de euros, como avança o próprio presidente.
“Apesar de haver quem considere que na pandemia estamos a a poupar, por via da não realização de eventos, a verdade é que do ponto de vista do orçamento municipal este também está a ser um período de potencial desequilíbrio, pois as fontes de receita estão a decrescer, quer seja por via do desaceleramento económico, quer seja pelas receitas de que abdicamos para ajudar a mitigar os efeitos da pandemia”, refere Ricardo Rio, apontando ainda que a Câmara também está a suportar um vasto conjunto de despesas ligadas ao combate à Covid-19, concretamente testes de rastreio, apoios logísticos, apoios em equipamentos, entre outros.
“Tudo somado, tem um custo relevante para a autarquia”, vinca o autarca.
Mas esta pandemia trouxe também algo que se pode considerar positivo e que foi “a extraordinária capacidade de mobilização colectiva e de articulação entre todos os agentes que estão no terreno”, aponta o edil, dando como exemplo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido a nível de apoio social ou na área da saúde.
A mobilização não aconteceu apenas a nível de entidades públicas ou do sector social, também o próprio tecido empresarial se mobilizou, numa primeira fase para ajudar na compra de equipamentos para o hospital local e depois na angariação de equipamentos informáticos para ajudar os agregados familiares mais carenciados na implementação do ensino à distância, garantindo que nenhuma criança fique para trás devido à nova modalidade de ensino imposta pela necessidade de mitigar o contágio da pandemia causada pela Covid-19.

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